Posts Tagged ‘Luz do mundo’

laranjeira-com-frutos-e-flores-1342105646605_615x300Enquanto que tudo de bom e belo, a flor é, ainda, somente uma flor. A flor transformada em fruto se tornará ‘efetiva’.

O cristão que ‘aprecia’ o Cristo, mas não vai além disso, é ainda flor; já o cristão engajado, será semelhante ao fruto que alimenta.

O cristão ainda flor, para este Mundo mesquinho, goza de inteira sanidade; já o cristão fruto, para este Planeta adoecido, sempre será o desajustado, inadaptado e louco; vulgarmente, ‘trouxa!’ Para Jesus é um vaso de bênçãos ou seu corpo seja a cruz viva onde o Mestre se agita crucificado.

Então, iremos nos maldizer ou mortificar por ainda não sermos fruto? Maldizer-nos, não, mas mortificar-nos, sim! Pois devemos compreender que nosso patamar evolutivo ainda não nos permite sermos fruto, mas a mortificação – exame consciencial – nos levará a propósitos de nos tornarmos fruto…

Toda flor é a promessa; e todo o fruto é o que resulta dessa promessa. Ou, se para todos nós a destinação é a angelitude, todos nós, um dia, iremos frutificar. Frutificando evoluímos e evoluímos porque frutificamos…

Apressar-nos? Sim e não! Darmos curso a uma evolução lenta e gradual, sem perdermos oportunidades. Aproveitarmos, como a Natureza o faz, todas as etapas: semeadura, germinação, floração, frutificação…

Então, flor ou fruto? Quase frutos? Reflitamos!

(Sintonia: Fonte viva, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, Cap. 74, Quando há luz; 1ª edição da FEB) – (Cassino; verão de 2017).

livro-e-vela_19-134452Imagina ficares sem energia elétrica por algumas horas, dias, mês… Sem banho quente, somente lanternas e velas, alimentos se deteriorando na geladeira, palitos de fósforos queimados na volta do fogão, zero informação da TV e internet, telefone sem fio mudo; lavadora inerte… Um caos! E aqui me refiro tão somente ao básico…

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Quando desalentos, suplícios morais, sede e fadiga tomarem conta da minha alma, na forma de apagão educativo, ainda assim sou chamado a ser a luz de outros irmãos menos afortunados.

Mas a Justiça Divina não deve seguir o seu curso e cada qual se purificar, através da dor, de seus mal feitos? Ledo engano! “Não digais (…) quando virdes atingido um de vossos irmãos: ‘É a Justiça de Deus, importa que siga o seu curso’. Dizei antes: Vejamos que metas o Pai misericordioso me pôs ao alcance para suavizar o sofrimento do meu irmão.” (ESE, V, 27). Isso porque já muito antes, há 1830 anos antes da codificação, o Mestre já houvera afirmado “vós sois a luz do mundo” (Mateus, 5:14); disse-me, tão somente, que eu era luz, não importando a intensidade ou qualidade dessa luz; se lamparina ou holofote; mas que sendo luz, fraca ou forte, e sal, eu deveria iluminar e dar “sabor à terra”…

Entre 1860 e 1863, quando outro apagão se instalaria sobre o Velho Mundo e após o iluminismo da razão e das idéias já haver preparado o solo fértil para a Terceira Revelação, o Espírito da Verdade, o Prometido, volta a concitar encarnados e desencarnados – Espíritos em trânsito pelo Orbe terrestre ou não – da necessidade de serem luz:

Ao invés de lhes dizer novamente “serem a luz do mundo”, convidaria a todos, “como outrora aos transviados filhos de Israel”, a “se amarem e se instruírem” (ESE V, 5 a 8), a se esclarecerem e consolarem, a trabalharem e estudarem.

Não há melhor luzeiro do que aquele que esclarece através do estudo das verdades do Mestre e que consola em se utilizando de mesmas verdades. E o propósito principal, a missão da doutrina é essa: Esclarecer e consolar; ser luz!

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Embora eu esteja profundamente triste, a doutrina consoladora me convida a examinar de quais metas já posso dispor no sentido de amar, instruir-me e instruir; que quantia de luz já possuo para esclarecer e consolar…

… Mesmo sob todos os impactos de desalentos, suplícios morais, sede e fadiga!…

(Sintonia: Cap. Na hora da tristeza, pg. 48, Livro da esperança, de Emmanuel/Chico, CEC Editora) – (Verão de 2014).