Posts Tagged ‘Mãe Natureza’

germinac3a7c3a3o… Sabe, quando vemos nascer algo que até já esquecêramos haver plantado um dia? Algo que demorou tanto a germinar que já havíamos dele desistido? É o ‘nosso’ tempo! Somos afoitos. Não aprendemos, ainda, a esperar!

Um belo dia, entretanto, vemos a plantinha despontar na terra abençoada que, com algum esforço, preparamos, e onde depositamos uma sementinha. E ficamos maravilhados perante a constância, o silêncio, a sutileza e abnegação da Mãe Natureza, como que a nos anunciar que para tudo há um tempo certo; apropriado…

… É o tempo de Deus, perfeito, sábio, supremamente inteligente, e n’um contraponto educativo ao tempo do homem, ainda insipiente; com muito a aprender! Compreendemos então a linguagem de Emmanuel, afirmando-nos que há o “determinismo Divino”, infalível e entendido como suas Divinas ou Naturais Leis; e há o “determinismo humano”, falho e ainda um produto de nossas escolhas equivocadas.

Possuímos nossas certezas; Deus seus Desígnios!

(Outono de 2017).

17757151_1676777409004617_1501653189527108255_n… E quando a Natureza nos parece música?

Olhamos ao nosso redor, conseguindo ver formas, cores, movimentos, sons… reunidos e como a entoar aquela melodia que mais apreciamos:

São formas admiráveis capazes de fazer inveja ao mais renomado dos arquitetos: não tenhamos dúvidas que nosso Oscar Niemayer tantas e tantas vezes nelas se inspirou.

Qual, se não o pincel da Divina Providência, conseguiria atingir as multicores que a Mãe Natureza nos apresenta: atento, o Criador nos convida a, diariamente, ‘ajudá-Lo’ a retocar tão magnífica aquarela…

Tudo é movimento: Maestro com sábia batuta coordena a formidável orquestra, onde componentes das mais diversas ordens dedilham, sopram, percussionam, solfejam e tamborilam, proporcionando-nos a mais completa evolução; proporcionando ao Universo os mais belos…

… Sons que um complexo grupo musical poderia nos proporcionar.

Natureza e música: quem tiver olhos de ver e ouvidos de ouvir, que não só as veja e ouça… mas que as perceba!

(Outono de 2017).

er7_re_mj_ressucita_570kbps_2015-02-17a85dbe12-1d23-4855-8882-14e01f2cb330-thumb“Há companheiros que dormem indefinidamente, enquanto se alonga debalde para eles o glorioso dia de experiência sobre a Terra. (…) De maneira geral, assemelham-se a mortos preciosamente adornados.” (Emmanuel).

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A letargia, de causa fisiológica ainda não identificada, leva o indivíduo a um estado enfermiço em que as funções vitais parecem suspensas; a inércia é absoluta; e ao corpo é dada uma aparência de morte. (Wikipédia).

Enquanto que a Natureza obra de uma forma perfeita pelos desígnios do Criador; enquanto que os ciclos da semeadura, germinação, floração e frutificação acontecem; enquanto que os animais procriam, nascem, crescem, acasalam e procriam novamente; enquanto os cursos d’água brotam, se avolumam, contornam montanhas, delas se precipitam e finalmente confraternizam com o mar…

… Nós, da espécie humana e muitos dos que nos intitulamos ‘filhos de Deus’, e nos ‘rotulamos cristãos’, ainda não aproveitamos as horas que perfazem os dias; os anos que reúnem dias; e a bendita reencarnação que é feita de determinados anos. Outras vezes despertamos e sem muito esforço pedimos que esse Deus nos ajude ou que Cristo nos envie seus Emissários: comportamos-nos como os letárgicos de Deus

Paulo irá sacudir os gentios de Éfeso (Ásia Menor, atual Turquia), exortando-os: “Levanta-te dentre os mortos e o Cristo te iluminará.” Não tenhamos dúvidas que a advertência do Apóstolo, nestes dias de letargia planetária, também é endereçado a nós. Continuará Paulo de Tarso: “Desperta, tu que dormes!” Em realidade o Planeta está em estado patológico porque nós estamos com a ‘doença do sono.’

Tem cura? Sempre tem! Conhecemos tanto a profilaxia como o remédio principal; mas quem disse que temos a vontade de usá-los? Abnegado, Emmanuel irá declinar os nomes de tais remédios e solicitar que nos salvemos a nós mesmos; que os mais ‘despertos’ informem aos mais ‘sonolentos’ que: fazer algo em benefício do progresso coletivo; trabalhar na sementeira e na seara do bem; buscar recursos, mesmo que improvisados; e trabalhar o entendimento dos irmãos fragilizados, é, ao mesmo tempo, a prevenção, o remédio e a cura.

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Levanta-te dentre os mortos e o Cristo te iluminará, gera uma cadeia de reação: O esforço de despertar; que promove o auxílio do Mestre amoroso (a iluminação); que irá produzir o trabalho cooperativo; e que conceberá um clarão maior a todos.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 66, Acordar e erguer-se, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2016).

“O homem, para progredir, [e] porque não dispõe de todas as faculdades, precisa se relacionar com os outros homens. No isolamento se embrutece e se enfraquece. [Dessa forma], há um objetivo providencial [na Lei de Sociedade]…” (Questão 768 de O Livro dos Espíritos).

Em relações ecológicas, as harmônicas ou positivas se caracterizam pelo benefício de ambos os seres ou de somente um sem o prejuízo do outro. Neste assunto há que se considerar a protocooperação: Na relação entre anu/bovinos a ave se alimenta dos indesejáveis carrapatos aos bovinos; bem-te-vis se servem de insetos inoportunos a eqüinos e bovinos; o pássaro-palito além de restos alimentares come as sanguessugas da boca dos jacarés. Inquilinismo: As orquídeas se grudam no topo das árvores, para alcançar os raios de sol, sem, no entanto ser-lhes prejudiciais. Comensalismo: A rêmora, que acompanha o tubarão, aproveita-lhe os restos de comida… 1

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Ao compor as Obras Básicas com a colaboração dos Clarões Celestiais, Kardec não ignoraria, de forma nenhuma, exemplos que a Mãe Natureza sobejamente dita aos filhos da Terra nos quesitos parceria. Deus, em sua Infinita Sabedoria, a fim de consolidar a Obra de sua Criação, desejou ‘precisar’ do homem como parceiro do próprio homem. Estes indivíduos, de Espíritos ímpares e possuidores de evoluções diferenciadas, faculdades diferenciadas e competências também diversas, precisariam colocar-se à disposição uns dos outros para que cumprissem a Lei de Sociedade, de Progresso e de Igualdade: “O que um não pode ou não sabe fazer, o outro faz” (Idem, questão 804).

Portanto, mais que um ‘toma lá, dá cá’, estabelecer-se-ia entre os viventes uma relação de dependência, visto darem-se de conta que o Pai lhes providenciou – de Providência Divina – viver num Planeta de parcerias, e que esse consórcio lhes exigirá não esquecer que:

1. O indivíduo é um Espírito ‘nômade’, vive se mudando daqui para ali, dali para acolá ou retornando ao ponto de partida. A sua estima sempre será avaliada pelo frisson que causará nas outras pessoas por ocasião de sua partida ou do retorno a um lugar em que já viveu. Se ele deu ele receberá – também ‘o’ que deu, receberá; se ele estimou, será estimado; sua partida será chorada e seu retorno será aplaudido; ou não! Nesse caso a lei de ação e reação será implacável.

2. Gentilezas geram gentilezas: Por ocasião de suas chegadas e partidas que tipos de auxílios e compreensões os indivíduos receberão? As mesmas que um dia jogaram no Universo! Vizinhos farão sentidas despedidas ou calorosas recepções consoante às gentilezas de que foram objeto pela parceria… Ou não!

3. Parceiros são heterogêneos: Por entenderem coisas desiguais e possuírem faculdades desiguais é que eles se completarão; volta-se ao “o que um não pode ou não sabe fazer, o outro faz”. E os indivíduos também possuirão deficiências. E cada qual terá as suas. Então por que eu anunciar em alto falante ou megafone as ainda insuficiências alheias se eu também possuo as minhas? A desculpa às próprias faltas pressupõe o indulto às dos outros!

4. Se gentilezas geram gentilezas, as irritações também provocarão irritações! Ir abaixando o volume da prosa até deixá-la no ‘mute’, muitas vezes poderá ser a solução. Quem sabe o silêncio da palavra não poderá aplacar a ira do destempero?!

5. O chulo ditado “pergunta idiota, tolerância zero” também poderá ser aplicado ao consórcio. Indivíduos com perguntas e respostas comedidas e que sabem elevar o trabalho de seus parceiros, verão valorizados seus trabalhos e se sentirão no meio de consortes também reverentes.

6. A parceria seja feita não só no trabalho, mas também no estudo: Se fiquei sabendo de algo que não sabia, mas que o parceiro me explicou, já estarei apto a passar adiante essa explicação. Dessa forma serei a ‘rêmora’, o ‘pássaro-palito’ ou a ‘orquídea’ a buscar socorro junto aos mais sábios. Não há maior sabedoria que ocupar o ‘tempo vago’ em estudar, aprender, ensinar.

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Parceria é luz. O parceiro ou consorte é aquele que, ao me livrar da agonia de uma dificuldade promove um clarão que iluminará não somente a mim, mas a todos os que o rodeiam. Que esse clarão seja promovido dentro de uma possível gratuidade. Se provindo de uma faculdade gratuita, que seja também distribuído gratuitamente!

1. Wikipédia, a enciclopédia livre; Protocooperação (imagens 1 e 2); inquilinismo (imagem 3); e comensalismo (imagem 4) – (Sintonia: Cap. Desobsessão sempre, pg. 129 de Meditações Diárias, de André Luiz/Chico Xavier, editora IDE) – (Inverno de 2013).

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O relógio sempre fascinou a humanidade que o vem aperfeiçoando ininterruptamente. É muito antiga a idéia de ‘marcar’ o tempo. Data de 600 a.C. a ampulheta ou relógio de areia. A construção do primeiro relógio mecânico é atribuída ao papa Silvestre II no ano de 999. Peter Henlein, na cidade de Nuremberg, criaria o relógio de bolso, privilégio inicialmente da aristocracia. Atribui-se erroneamente a Santos Dumont a invenção do relógio de pulso, visto precisar dele para, ao mesmo tempo, voar e verificar as horas. Na verdade o primeiro relógio de pulso seria criado por Abraham Louis Bréguet, em 1814 e encomendado por Carolina Murat, irmã de Napoleão. De lá para cá esta criação só evoluiu…

François Marie Aruet, ou Voltaire (Paris, França, 1694-1778) diria certa vez que “o mundo me intriga, e não posso imaginar que este relógio exista e não haja relojoeiro”.

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O iluminista francês, precursor e de certa forma influenciador de Allan Kardec se utiliza aqui da metáfora relógio para enaltecer a grandeza da Criação de Deus, capacidade essa transmitida por uma Genética Divina às suas criaturas que se tornam capazes de compor, decompor e recompor:111

  • Outro dia procurei a casa de amigo meu em cidade vizinha na qual estava acostumado a ir. Nesse dia, não achei a casa, pois meu amigo a havia reformado todinha e lhe aplicado pintura diferente;
  • A assombrosa diversidade da natureza me mostra uma espécie de corvo da Nova Caledônia, ilha do Pacífico Sul que consegue, com um graveto no bico, retirar larvas de ocos muito estreitos de árvores. Tendo essa larva como defesa uma ‘pinça’ em sua cabeça, a se ver ameaçada pelo graveto a lagarta se agarra ao mesmo com seu instrumento de defesa. É aí que o corvo à saca do oco da árvore;
  • Ainda a natural criatividade da Mãe Natureza me mostra que há no Peru mais de 35 variedades de milhos, com formas, tamanhos e cores diferenciados, em sua maioria cultivada no Vale Sagrado dos Incas – ou vale do rio Urubamba. Já no México, berço do milho, as variedades elevam-se a mais de 60. O milho é o alimento mais cultivado e consumido no mundo; e
  • Países de um mesmo continente, além de falar línguas totalmente diversas, se comportam, possuem leis, costumes e credos diferenciados. Dentro de um próprio País os sotaques variam de estado para estado. Tais quais línguas, credos, leis, sotaques, comportamentos… as artes, criatividades, inspirações, serão peculiares a cada povo.

Todo o ser humano possui a capacidade de influenciar e ser influenciado nas questões de criatividade. Caberá aos indivíduos, dentro de sua liberdade, arbitrar que influência desejará ser e qual quererá absorver, embora seja muito provável que todas as suas criações sejam fruto de uma sintonia que teima em perseguir: Se me reúno a Amigos Espirituais do bem, boas músicas, boas imagens, amigos encarnados de valor provavelmente minhas criações tendam a possuir utilidade. Em caso contrário meus frutos serão inúteis.dsc07047

Por ser a matemática uma ciência exata, costuma-se dizer, quando se tem muita precisão de determinada coisa que ‘é matemático’! É matemático que as criações dependerão e muito do tipo de influenciação do indivíduo que está a criar. Tais influências serão, é claro, consoante ao tipo de elevação que ele possuir. “Porque, onde está teu tesouro, aí estará também o teu coração”: O indivíduo que realiza boas criações as tira do bom tesouro de seu coração; não há inventivas nesse aspecto…

Do somatório ou déficit de acertos em diversas vivências, o que revelará também a qualidade de seu acervo cultural e moral, o indivíduo expandirá ou bloqueará sua capacidade produtiva e criativa… Entender todas as suas limitações, produzir o que lhe for possível e colocar essas possibilidades à disposição do Planeta, significará cumprir a quota que lhe compete.

Ante as naturais limitações do indivíduo, de nada lhe adiantará informações ou acontecimentos fantásticos, visto que sua evolução também não criará coisas igualmente fantásticas.

O próprio ato da procriação ou a ‘criação gerada’, atenderá ao evolutivo estado conjugal: ‘Fazer um filho’, me utilizando aqui de linguagem mais chula, poderá ser um ato de extrema consciência e responsabilidade ou… nenhuma! Divinos Propósitos ou tão somente biológico.

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Retrocedendo, não há a menor dúvida a que Relógio e Relojoeiro estaria Voltaire se referindo, senão a um Planeta e à existência de um Deus zeloso e desejoso que o homem, a partir de uma elevação ‘o ajude’ na promoção desse relógio… de ampulheta a mecânico; de mecânico a digital; de digital a uma evolução infinita.

(Wikipédia, a enciclopédia livre – introdução. Sintonia e expressões em itálico são do cap. Criatividade, pag. 161 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2013).

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Numa língua em que uma palavra poderá ter mais de um significado, será apropriado emitir aqui alguns conceitos necessários ao estudo: Natureza (1) – Constituição ou essência das coisas; índole, temperamento, caráter. Natureza (2) – O Planeta em seu estado natural ou a parte dele que ainda não foi tomada pelos aglomerados urbanos. Estado natural – É o estado primitivo. (Questão 776 de O Livro dos Espíritos). Lei Natural – Contribui para o progresso da Humanidade (Idem)…

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Dessa forma, reformulo aqui a enunciada questão: O estado natural e a Lei Natural não são a mesma coisa: O estado natural é o estado primitivo. A civilização é incompatível com o estado natural, enquanto que a lei natural contribui para o progresso da humanidade.

Posso dizer, então, que os seres se posicionam todos dentro de uma grande moldura que é a Natureza ou Mãe Natureza, mas cada um com sua natureza – essência, índole, temperamento, caráter – própria e determinada, qual mestra sábia e dedicada, a ensinar e desejar dividir com todos os lucros de suas características…

Toda a diversidade dos seres, com características ou natureza própria, cada um dentro de um determinado reino, e perfeitamente harmônica, estará compartilhando ensinamentos de uma forma tão explícita que deduções, suposições e apreciações não poderiam fazê-lo:10_curiosidades_del_ornitorrinco_shsc-10

  • Rios e mares; praias e mangues; campinas e montanhas; solos áridos, úmidos, alagadiços, nevados; águas correntes ou paradas; árvores frutíferas ou não, espinheiros, caatingas, matas, selvas; espigas de milho com a arquitetura de Niemayer e o amarelo vibrante de Van Gogh; Flores de matizes e formas diferentes… não perderão os encantos de sua natural diversidade, atividade e utilidade por se apresentarem sob características tão diversas;
  • Aves que se alimentam de frutas, outras de grãos, outras são de rapina; aves que põem e chocam, ora a fêmea, ora o macho os próprios ovos; aves que põem ovos, mas não os chocam; aves que põem seus ovos em ninho alheio; aves que são ‘fiéis’ ao companheiro e quando ‘traídas’ até morrem; répteis e quelônios que aproveitam as areias mornas para que seus ovos eclodam; mamíferos tão somente vegetarianos e outros totalmente carnívoros; raridades bizarras como o ornitorrinco, mamífero, semi-aquático, carnívoro e ovíparo… Enfim, animais de muitas espécies e naturezas diversas habitam este Planeta, muitos em seu habitat natural, outros em cativeiro e ainda, uma terceira situação, em que esses seres tentam retomar o habitat que lhes foi subtraído por conta do progresso ou mera ambição do homem; e
  • Ao indivíduo humano, criado simples e ignorante, mas perfectível, o Criador lhe põe à disposição dez Leis Naturais e um livre arbítrio que lhe confere a capacidade de, como a nenhum outro ser, administrar o seu avanço intelectual e moral. Perfectível deseja dizer exatamente isso, a gerência de seu progresso rumo à perfeição. Não poderá, portanto, o homem permanecer sempre em seu estado natural porque a civilização é incompatível com [esse estado] enquanto que a lei natural contribui para o progresso da humanidade e esse progresso pressupõe todos os avanços intelectuais e morais.mae_adotiva_animal041

Como único detentor de um livre arbítrio, diria de uma forma um tanto chula que este irá ‘ajudar’ ou ‘atrapalhar’ o homem. Do bom ou mau uso de sua liberdade os indivíduos forjarão as suas naturezas e caracteres. Serão bons, educados, cultos e morais configurando um indivíduo sábio; ou serão maus, com avanços intelectuais ou não, mas ainda amorais e de duvidosos costumes o que caracteriza estacionar ou abortar a presente encarnação.

Há ainda outras implicações estas sob o comando da Mãe Natureza: Uma carga genética poderá determinar a opção sexual de um determinado indivíduo: Neste caso, a Mestra Científica pedirá à abjeta intolerância que conceda espaço para que a compreensão se torne objeto de ensinamento para que conflitos e enigmas sejam esclarecidos. Indivíduos serão naturalistas e vegetarianos, outros carnívoros, conforme suas compleições e particularidades físicas o exigirem ou sua moralidade os orientar. Do entendimento ou não da natureza das coisas e de suas mensagens, os indivíduos estabelecerão uma maior ou menor conexão com a sua Divindade. Finalmente, e não poderia faltar, o homem ao satisfazer o orgulho e à toda a sua corte, e ainda sentado no trono de seu ego possivelmente não terá uma percepção sobre esses naturais ensinamentos; cego a esses sinais, cego à Divindade, cego à progressão.

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A essência das coisas, inserida na moldura da Mãe Natureza, sempre será a Mestra dedicada a ensinar, esclarecer, guiar, surpreender e estimular a humanidade, através das Leis Naturais, a sair de um estado de natureza e embarcar no progresso projetado pelo Criador.

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Compreensão, pag. 131 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2013).