Posts Tagged ‘Natal’

Jesus-religioso_779597551_0091Expressamo-nos errônea e comumente: ‘Jesus morreu para nos salvar!’ Deveríamos dizer: ‘Jesus nasceu, viveu e morreu para nos salvar’ ou, simplesmente, ‘criado pelo amor do Pai, viveu, em todos os tempos, para nos financiar a salvação!’

Toda a vida de sacrifícios do Mestre, da manjedoura ao Gólgota, longe de ser uma vida material principesca, está a nos indicar o caminho apertado da salvação:

Sua maternidade – a manjedoura da estrebaria – passando pela vida franciscana e culminando com o sacrifício infame, reservado a impostores e ladrões, mostra-nos o caminho e porta estreitos. Existe caminho mais adequado à salvação?

Entre a manjedoura e o Gólgota, sua rota foi de amor e humildade, exteriorizados pela paixão aos doentes do corpo e do Espírito, por sua compaixão e isenção perante os desprovidos de quaisquer dignidades.

A cruz do Gólgota representou [apenas] o coroamento da obra. Antes passaria pela manjedoura e pela vida simples, informando-nos os verdadeiros segredos da salvação.

Muito antes da manjedoura; durante breve, mas profícua encarnação; e muito depois do Gólgota, Jesus é o ‘verdadeiro presente Governador’ que o Pai nos dá como guia e modelo para todas as nossas vivências.

Pensemos nisto, queridos amigos enquanto lhes desejamos os melhores votos de melhora lenta, porém constante: A evolução salvadora!

Um abraço apertado com votos de BOAS FESTAS, do Claudio!

(Sintonia: Questão 286 de O Consolador, pg. 195, de Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, editora FEB, 29ª edição) – (Verão de 2014).

Às vésperas de comemorarmos mais uma Data Magna da Cristandade, questionamos nossa compreensão sobre o evento…

Ao anunciar-nos que “acabara de nascer-nos o Salvador”, o Emissário Celeste dá-nos a compreender que o Professor chegava Pessoalmente e não ministraria nenhuma lição, mas a mostraria através da manjedoura, da estrebaria e dos espectadores, humildes pastores de bois, cabras e carneiros.

No anonimato até os trinta anos, a partir daí esse Professor passou a nos ditar matérias, umas lógicas, outras paradoxais:

“… ninguém vem ao Pai, senão por Mim…”;

“Eu sou a Luz que vim ao mundo…” – luz é um roteiro e o melhor é o exemplo;

“Amai os vossos inimigos… orai por eles”.

E o Mestre desejará que assimilemos suas Divinas Matérias, ministradas da manjedoura ao Gólgota, quando diz a Dimas: “Hoje estarás comigo no paraíso…”, demonstrando-lhe benevolência ante seu contrito arrependimento, compreensão e boa vontade.

E nós, por aqui domiciliados temporariamente, cercados de professores inativos e ativos, entendemos que o que eles mais desejam, em seu ministério, é que seus discípulos assimilem suas lições de linguagem, matemática, ciências… Realizar-se-ão com seus pupilos escorregando para a glória.

Nosso Divino Professor sentir-se-á regozijado se, às vésperas de data tão superior, entendermos sua lição maior: Que Ele nasceu para nós, que seu nascimento nos diz respeito, nos atinge, nos afeta e, sobretudo, nos convoca.

(Subsídios: Lucas, II, 10 e XXIII, 43; João, VIII, 12 e XIV, 6;  Mateus, V, 43; Vinícius, Na Seara do Mestre).

Desejo a todos os meus leitores os melhores votos de um Natal com muitas luzes no coraçãozinho de cada um… Que o mesmo lhes sirva de meditação e de regozijo junto às suas queridas famílias.

(Primavera de 2010, preparando um estudo sobre Natal).

É muito lógico que nosso Pai Eterno ao nos presentear Jesus como Governador, Legislador e Juiz de nosso Planeta Terra, desejou-O portador dos mais excelsos ensinamentos. Sabia nosso Bondoso Criador que nossa Terra estava à deriva ou digamos sem rédeas ou com estas um tanto frouxas. Dessa forma o Sapiente e Amoroso Pai, lá pelos idos do ano – digamos – zero, nos envia um:

Governador – Como Governador ou Administrador, Jesus não nos tira o poder de decisão, apenas nos indica a forma mais lúcida de decidir;

Legislador – A Lei mosaica estava enxovalhada, ou o decálogo um tanto desautorizado. Eram muitas regrinhas e o Divino Legislador desejou simplificá-las: Todas as demais regrinhas reduzir-se-iam a tão somente duas… Mas que duas!

Juiz – Juiz e matemático, pois conseguia convencer seus compatriotas e – convenhamos – também a nós que setenta vezes sete eram quatrocentas e oitenta vezes a perdoar os – e que paradoxo – nossos inimigos… Logo a quem!

Como dissemos, a encarnação de Jesus, neste planeta foi permeada de ensinamentos, mas foi no A e no Z, no alfa e no ômega, ou, parando com as alegorias, na manjedoura e no Gólgota que o Divino Mestre não só nos ensinou como nos mostrou: Que seu reino não era deste mundo, que a simplicidade das coisas era importante em Seu Reinado, que ser pobre era uma questão prioritária… Que o perdão – principalmente aos que o crucificavam como também a Dimas, ao lado d’Ele imolado – seria absurdamente necessário.

Portanto, da manjedoura ao Gólgota, nosso Divino Modelo sempre soube o que fez como Governador, Legislador e Juiz.

Aos meus queridos leitores, os melhores votos de um Natal frugal, comemorado, verdadeiro… Um forte abraço!

(Primavera de 2011).