Posts Tagged ‘O bem e o mal’

Natal_-_anjinho_e_diabinho“Os raios [de ação] de nossa influência (…) pesam na balança do mundo para o bem ou para o mal (…). Pensamento é fermentação espiritual. Em primeiro lugar, estabelece atitudes, em segundo gera hábitos e, depois, governa expressões e palavras, por intermédio das quais a individualidade influencia na vida e no mundo.” (Emmanuel).

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O pensamento, mais rápido que a mais rápida das internets, sempre será a origem de nossas influências. Será, também, a origem de todo o bem e de todo o mal que possamos arquitetar. Em última análise poderá planificar coisas fúteis, as quais não significarão muito ao bem ou ao mal…

Numa primeira fase, dando asas a nossos pensamentos, iremos planejar quaisquer atos que desejemos executar, tanto para o bem, quanto para o mal. Bem e mal têm, pois, sua fermentação nos pensamentos.

Em segunda fase, executaremos aquilo planejado pelo pensamento: é a utilização de nosso livre arbítrio. Se planejarmos algo muito ruim e abortamos sua execução ou se planejarmos algo muito bom e o executarmos, mérito nosso, pois não só não sucumbiremos, como lograremos êxito no bem planejado. Se planejarmos algo muito ruim e o executarmos ou se planejarmos o bem sem a sua consecução, seremos derrotados pelo equívoco.

A terceira fase é a boa ou má influência que tal êxito ou logro irá causar, pois vivemos numa sociedade de modismos, influenciável; altamente sugestionável!

Paulo de Tarso há quase dois mil anos atrás já nos advertia a respeito disto quando afirmava que “um pouco de fermento leveda a massa toda” (I Coríntios 5:6), chamando-nos a atenção para a responsabilidade de persuasão perante o Mundo.

Vivendo hoje em meio a uma sociedade que se comunica quase que com a velocidade do pensamento, não tem jeito, pois exerceremos influência e seremos influenciados não só pelas pessoas com as quais convivemos muito próximo como também pelas outras que vivem em nosso hemisfério ou fora dele; no ocidente ou no oriente.

Também como não vivemos em clausura, – isso não é saudável e assim não o desejamos – e visto possuirmos já o hábito de equilibrar-nos em nossos próprios riscos, imediatamente iremos incorporar à índole de nosso caráter as influências que desejarmos, boas ou más, pois neste ainda Planeta de transição, há influências para todos os gostos.

Todas estas influências são fermentadas numa família que acolhe Espíritos de diversos matizes. Será na família que tais cidadãos deverão passar por um refino, antes de serem lançados à sociedade. Do maior ou menor requinte proporcionado pela família a esses indivíduos, antes de lançá-los à sociedade, dependerá o Progresso dessa mesma sociedade. Notem que grafamos Progresso com ‘pê’ maiúsculo, visto que, doutrinariamente, desejamos falar de um Progresso Moral que consiga acompanhar mais de perto a intelectualidade Planetária.

Tal qual o fermento, que excita a massa e a convida a crescer, somos nós em sociedade: através de nossas influências, convocamos – e somos convocados – pelas existências alheias a agirmos de tal e tal forma; a nos pronunciarmos assim ou assado. Confirmamos isso quando passamos a declinar sentenças que pessoas já enunciaram; em contrapartida repetirão elas expressões por nós criadas.

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Compilando as sugestões de Paulo de Tarso e de Emmanuel, convém-nos acatar as melhores instigações ao bem: que este se origine em nossos pensamentos; mergulhe na boa vontade de nosso livre arbítrio e passe às expressões e ações; e gere todos os hábitos de uma influência sadia. Mas não nos iludamos: por vezes será necessário que uma chuva de sentimentos substitua a garoa ácida de algumas razões. A balança do mundo pode estar pesada delas, influenciando-nos a modismos inconvenientes. Nosso coração precisa ditar soluções e estabelecer as boas influências

(Sintonia com Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, em seu Cap. 76 Fermento espiritual; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2017).

nao-se-omita-faca-o-bem-prevalecer-13-2“Olhais para as coisas segundo as aparências?…” (II Coríntios, 10:7). “Enquanto perdura a sombra protetora e educativa da carne, quase sempre somos vítimas de nossas ilusões. (…) Todos somos companheiros de evolução e aperfeiçoamento, guardados ainda entre o bem e o mal.” (Emmanuel).

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O vagalume não brilha mais que a vela; tão pouco a lâmpada elétrica e o sol iluminarão menos que os dois… Da mesma forma, nesta existência – que é só um degrau de tantos – indivíduos, porque de evoluções diferentes iluminarão mais ou menos; também poderão desejar ou não iluminar mais ou menos…

Com que quantidade de luz poderemos iluminar? Somente com a que já possuímos; e se o desejarmos.

Enquanto sob as ilusões da carne, que é um uniforme que nos é dado vestir para executarmos o trabalho do Espírito, teremos a liberdade de utilizarmos nossa boa parte ou nossa parte inferior:

Guardados, ainda, entre o bem e o mal, sempre que utilizamos nossa boa parte, estaremos iluminando; e não importa com que intensidade: se a do vagalume, da vela, da lâmpada ou a do sol. Mas…

… Se ainda utilizarmos nossa parte inferior, estaremos desperdiçando nossa capacidade de iluminar, qualquer que seja ela. E isso é grave, pois “não se acende uma lamparina e pomo-la às escondidas!”

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Não nos iludamos: ainda sob as ilusões da carne, neste pobre Planeta de provas e expiações, melhor não pensarmos que somos superiores ou inferiores, mas acreditarmos que existem Espíritos (encarnados) mais ou menos evoluídos; que desejam ou não sua autoiluminação e a iluminação dos outros.

“Aparências”, às quais se refere Paulo, enganam! Não olhemos “somente a capa” das pessoas; “folhemo-las”, tal qual a um livro e verifiquemos a quantidade de luz que têm a capacidade de nos fornecer.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 65, Não te enganes, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2016).

nao-se-omita-faca-o-bem-prevalecer-13 (1)Maçã ou goiaba, com parte bichada poderá ser, na sua maioria, absolutamente doce!

“… Há criaturas que, revelando-se negativas em determinados setores da luta humana, são extremamente valiosas em outros.” (Emmanuel).

Conta-se que a mulher adúltera, aquela que Jesus compreendeu, defendeu e concitou a “não mais pecar”, a despeito de seu equívoco, logo após evidenciou grandes virtudes. Evidenciou, não é o caso; já as possuía…

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Nossas incompreensões, intolerâncias e discriminações ainda nos inclinam a ver somente a parte ruim das pessoas; cega-nos quanto às suas boas partes.

O fogo é quem molda o aço; a pedra que pode machucar nosso pé é utilizada para realizar a calçada onde transitamos; enxurrada com sedimentos tornará fértil o solo; e a ventaria e o temporal tornará o ar respirável…

Assim somos nós, com nossa parte reprovável e nossa parte boa. Assim também são os nossos semelhantes: sabermos aproveitar sua parte boa e ‘colaborável’ sempre será uma questão de inteligência, pois sempre sua parte boa poderá suprir a que não possuímos.

Não vivemos num Planeta de seres angelicais, tão pouco quase puros: vivemos num Orbe ainda controverso onde os indivíduos não possuem nem imperfeição completa, nem perfeição integral; onde são insanos tanto os que se dizem sem defeitos, como os que se proclamam completamente incompetentes.

Companheiros de nossa infância, com os quais nos indispomos, não são, até hoje, nossos ótimos amigos?

Perdemos precioso tempo quando nos detemos no lado ruim de pessoas e situações, quando, pelo contrário, poderíamos aproveitar seu lado melhor.

Jesus sempre olhava as almas no seu todo; suas observações não eram unilaterais. Não se tem notícias de que a ‘parte ruim’ daqueles com os quais tenha se indisposto, não houveram uma boa solução: A pecadora tornou-se benemérita; Dimas, o mau ladrão, tornou-se ‘São Dimas’; o próprio Judas e Cefas, o mau ladrão, tiveram seus arrependimentos e suas chances. Não há parte ruim que, em cruzando com o Cristo, não tenha o seu aproveitamento.

A Doutrina, marco divisório para nossos raciocínios e inteligências, nos faz compreender as situações menos boas, seu lado trágico, porém educativo. Compreensão, instrução e consolação: Não será também a pior parte, instrução e ao mesmo tempo consolação?

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Marta, atarefada com as lides domésticas se apercebe que a irmã Maria ‘curtia’ e devotava à ‘Visita’ a melhor parte, pois lavava seus pés com lágrimas e os enxugava com seus cabelos. Se há certo exagero na narrativa do Evangelista, o ensinamento, no entanto é inegável: Se alguém precisava fazer a lida (almoço, jantar, ceia…), que também era importante, Maria, no entender de Jesus, a Visita, “escolhe a melhor parte.”

Situações, acontecimentos, pessoas… todos, neste plano em que vivemos, possuem um lado ainda perverso. Mas e seu lado bom que está a nos oferecer instrução, aprendizados e serviços edificantes? Não os desfrutarmos, além de ininteligência será como não aproveitarmos a parte boa da maçã ou goiaba que temos em mãos!

Todos os grandes missionários, os gênios do bem, artistas inspirados, filantropos… viveram sua melhor parte e deixaram dela por aqui o melhor perfume.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 32 A boa parte, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2016).

Como-dizer-separar-o-joio-do-trigo-in-English“… Queres que vamos e o arranquemos? – perguntariam os servidores ao dono do campo, referindo-se ao joio – Não, disse ele; arrancando o joio, arriscais a tirar também o trigo…” (Mateus, 13, 28 e 29).

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Globo Repórter; Pequenas Empresas, Grandes Negócios; Globo Rural; noticiários sérios, isentos; e outros títulos, fazem parte da programação da emissora mais tradicional do País. Entretanto tais programas convivem, ainda, com alguns joios constantes em sua grade, sendo necessário que coexistam por algum tempo até o momento da ceifa e que os ceifeiros não corram o risco de tirar também o trigo…

Muitas vezes não só ‘batemos de frente’ com os joios encontrados na mídia – de todas as emissoras – como ainda não encontramos quorum às nossas intransigências, publicações, reclamações, repúdios…

Em nosso socorro, a Doutrina dos Espíritos – porque ditada e instruída por Eles – ensina-nos a irmos ainda mais além: Para que o joio aprenda com o trigo, será necessário que aquele permaneça ainda um pouco mais junto ao trigo.

Tal permanência, entretanto, possuirá um prazo estabelecido pela Sábia Providência, que saberá ensinar aos ainda ignorantes e realizar os expurgos coletivos dos aficionados renitentes.

Um puxão em nossas orelhas? Sim! Informando-nos a doutrina de que a evolução espiritual – gradual e lenta – não se realiza de maneira igual em todos os seres e que a tolerância precisará tomar-nos os espaços da intransigência que ainda teima em nos consumir.

(Sintonia com Parábolas de Jesus, 1ª Aula, Aprendizes do Evangelho, 2º Ano) – (Verão de 2015).

verdade_anticristoEm passado não distante, quando nos perguntavam ‘quem é o anticristo’, tínhamos a resposta na ponta da língua: ‘demônio, diabo, satã, capeta!’

Hoje, com outro tipo de experiência, somos obrigados a reformular a pergunta para quem são os anticristos? É lógico que também refaremos a resposta.

Partindo do pressuposto que já conheçamos quem seja o Cristo, fica-nos mais fácil definir o contrário: Pautando o Mestre toda sua Encarnação Redentora na humildade e no amor, traduzidos em doçura e serviço, é-nos imperioso afirmar que anticristos são todos os encarnados e desencarnados fora desses parâmetros, com suas menores ou maiores implicâncias.

Ditando-nos o Cristo o maior mandamento “amar a Deus sobre todas as coisas” e o segundo, semelhante e imperioso ao primeiro “… e ao próximo como a ti mesmo”, é evidente que todos os indivíduos na contramão destes postulados, podem ser considerados anticristos.

É lógico que existem anticristos e anticristos: pequenos equívocos, ou indivíduos que cometem crueldades em menor dimensão, não podem ser comparados aos que participaram da comoção do holocausto.

Terão esses anticristos um poder absoluto e definitivo que [possa] neutralizar a ação de Jesus? Absolutamente! A Divina Providência não o permitiria. Quando o Mestre afirma que “há muitas moradas na casa de meu Pai… me vou para vos preparar um lugar, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais” (João 14, 1 a 3), ele não exclui os equivocados. Tão pouco os maiores anticristos!

(Sintonia: Questão 291 de O Consolador, de Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, editora FEB) – (Verão de 2015).

Costuma-se dizer, de uma pessoa muito iluminada e que já conseguiu reunir em torno de si bondade numa tal quantidade que transborda aos que a cercam: ‘Que criaturinha bem boa… essa fizeram e jogaram a fôrma fora’…

Na verdade não é bem assim; a fôrma de todos é a simplicidade e a ignorância que Deus usou para criar todos os Espíritos.

A partir daí e a cada acordo reencarnatório o Criador coloca a todos dentro de ‘embalagens’ diversificadas e de acordo com os avanços já adquiridos pelo ‘produto’.

A embalagem não é o mais importante, mas cabe salientar que, dentro de sua diversidade, algumas são grandes, pequenas, altas, baixas, atraentes, outras nem tanto, pretas, brancas, amarelas, pardas, coloridas…

Dentro de cada embalagem, Deus coloca um manual de bons procederes, que são as Suas Leis ou as Naturais.

O bem será sempre a adaptação do produto às Divinas Leis: Estaria, portanto, o indivíduo se conformando, se amoldado, ou tomando as formas do bem. Inversamente, o mal será a oposição a tudo o que estiver escrito na Lei – ou no manual: O indivíduo – alma/Espírito -, neste caso, estará se deformando, ou perdendo a forma primitiva; diria que ele estaria ficando ‘pior’ até que simples e ignorante.

As pessoas sobre as quais dizem ‘fizeram e jogaram a fôrma fora’, são justamente pessoas de bom intuito, de bondade ímpar e amoldada à Lei de Deus.

“O bem – explica a questão 630 de O Livro dos Espíritosé tudo o que está de acordo com a Lei de Deus e o mal é tudo o que dela se afasta”, correlacionando o bem à conformação e o mal à deformação.

Nenhum Espírito é criado ‘pronto’… A partir de simples e ignorante e se utilizando da generosidade das diversas vidas, ele irá se conformando e buscando uma evolução que é lenta, gradual e nunca retrógrada.

E o destino final? Bem, este é a perfeição, para conformados e deformados. Sim, também para os deformados, pois a fôrma, o molde, é boa!

Para os primeiros demorará menos; para os segundos, mais! Perfeição total? Aos que usufruírem o máximo da fôrma!

(Sintonia com o cap. Distinguindo o bem do mal, pg. 151 de Mensagens de esperança e paz, de Waldenir A. Cuin, Ed. EME) – (Inverno ameno de 2012).

Bombeiro e incendiário estarão sempre muito perto de um lugar comum, o do fogo! Antagônicas ou opostas serão as situações em que estarão, pois enquanto o segundo dissemina o perigo, o primeiro estará a serviço do salvamento.

Poderá ser muito tênue a linha que separa o bem do mal, o socorro da covardia, pois a mesma mão que bate, afaga; o mesmo coração que ama, fere, magoa, odeia; os mesmos braços vigorosos que enlaçam e abraçam, serão capazes de embrutecer, empurrar, nocautear. Mesmas forças despendidas, direções contrárias!

Bem e mal, socorro e desamparo, gratidão e apatia, enaltecimento e inveja… serão sempre uma questão de opção e de usufruto de tendências que cada ser humano acalenta em seu íntimo.

Os mesmos olhos que servem de instrumento para perceber necessidades alheias, poderão estar cegados pela insensibilidade.

Bocas pronunciarão palavras capazes de traçar o mais belo enunciado sobre uma pessoa. As mesmas poderão pronunciar expressões tão destrutivas quanto o mais poderoso cruzado de direita.

A mesma boca, ainda, capaz de pronunciar o mais belo conceito sobre alguém, poderá esmagá-lo pela lâmina da calúnia ou difamação.

A parceria de mãos que ofertam rosas, poderá se transformar em conluio das que ferem com os espinhos.

Tenho utilizado uma lupa para analise dos defeitos de meu próximo, do familiar difícil, dos deslizes de meu cônjuge, do voluntário complicado… ou os tenho verificado com os olhos do coração?

Utilizando-me do santuário da gratidão de meu peito, sempre direi ao meu colaborador: Parabéns, muito obrigado! Mas meu peito ingrato também poderá ficar insensível a esse obreiro…

As atitudes de um indivíduo poderão encaminhá-lo ao rumo da felicidade ainda neste Planeta ou precipitá-lo no mais profundo caos.

Trabalhar em favor do próximo ‘e’ da minha felicidade é tão pleonasmo quanto chover no molhado, açúcar doce, subir para cima, adiar para depois, correr na correria… visto que a felicidade dependerá sempre do serviço amoroso.

A força que utilizo para a maldade é a mesma que despendo para a bondade, o que difere é a energia que consumo em ambas. Se a energia consumida no bem é limpa e renovável, a consumida no mal é pesada e poluente…

Se para tantas situações o equilíbrio é a melhor recomendação, para o bem e o mal, para o bombeiro ou incendiário não haverá meio termo…

…Ou um, ou o outro!

(A sintonia é do cap. Amor e ódio, pg. 39 de Mensagens de esperança e paz, de Waldenir A. Cuin, Ed. EME) – (Inverno de 2012).

Meus amigos: Não tenho a pretensão que estas curtas sejam pérolas… Se forem pétalas e conseguirem iluminar o dia de umzinho só, dar-me-ei por satisfeito. Um abraço!

Loucos, certos… – Não subestimo os loucos – palavra em desuso -; tão pouco superestimo os certos!

O bem – Iluminar o dia de alguém: Bem ao alcance de minha mão e tão na contramão deste terceiro milênio.

O bem (2) – O bem campeia solto por aí… Hay, entretanto, quem não tenha interesse em divulgá-lo.

O bem (3) – O bem – tal qual o mal – não necessita de articulações, de artimanhas. O bem se sustenta em sua simplicidade, na ingenuidade e até na simploriedade.

O bem (4) – Espero o bem das pessoas simples; também o espero das importantes, só que… sentado!

O mal – Os articuladores do mal não são bons, porém são sábios.

Perdão – Em matéria de perdão, meu consolo é ele ser difícil para todos.

Sábios e sábios… – O sábio do mal trama, articula, engendra; o sábio do bem simplesmente… Ama!

Vida leve – Para tornar minha vida mais leve, evitarei o clássico, o requintado, o refinado e me reportarei ao simples, ao compreensível, ao acessível… E isto é válido ao externar minhas idéias.

Vida leve (2) – Constatar as coisas faz parte de minha astúcia… Valorizá-las ou não, da vida que quero levar.

Vida Leve (3) – Se eu te convidar para tomar uma cerveja, uma taça de vinho, um sorvete, comer um chocolate… Calma; não te preocupa! Não estou te convidando para pecar!

(Verão de 2011/12).

Possuo um compadre – quase irmão – que angariei nos tempos de caserna… Sempre que vem à minha casa, o amigo procura defeitos na mesma, mesmo que esteja tudo zerado; quando vou à casa dele eu me vingo. Na verdade, estas farpas são folclóricas e fazem parte de nossa amizade, quase amor. Costumo inticar com minha comadre que ela destruiu o nosso relacionamento.

Alegorias e brincadeiras à parte, o ensinamento é claro: Veicular o mal é uma apologia ao crime; o bem é melhor, o mal é pior; O bem não pode ser deixado para depois; uma boa intenção precisa avançar, não pode ser abortada; a rosa que penso em levar a um aniversariante, a uma hospitalizada, precisará ser levada; a crítica destrutiva não construirá nada; os defeitos que vejo nos que me cercam poderá ser fruto da poeira de meus olhos.

Um beijo, meu querido amigo! Amo a ti e à tua família. (Primavera linda de 2011).