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PENSAERDediquemos [consideremos] algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças (…). Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar… (Emmanuel).

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O que não falta à doutrina dos Espíritos são lições: Não bastassem as cinco obras básicas da codificação, que por si seriam suficientes ao aprendizado e ao consolo, somos brindados com inúmeras obras complementares sob as mais diversas apresentações. Nunca tivemos à nossa disposição tantas publicações a considerar, todas cheias de muita luz para os dias escuros que estamos vivendo. Autores de ‘calibres’ diversos, embora nivelados pelo compromisso sério da informação apresentada, nos colocam às mãos, todos os dias, sob as mais variadas formas de esclarecimentos midiáticos, lições aptas a nos responderem com as suas graças.

Todavia é possível que distraídos e levianos, nossa janela ainda esteja aferrolhada ao esplendor da noite ou à luz do dia; ou a tenhamos aberto e não tenhamos visto a magnitude das estrelas ou o poder do sol; ou a música seja sublime e a acústica de nossa alma não lhe absorva a melodia; ou, finalmente, a palavra seja inspirada e não retenhamos sua claridade.

Considerarmos (examinarmos, atendermos, refletirmos e apreciarmos) todas essas lições será nos abrirmos ao esplendor do firmamento, às melodias e às inspirações que desencarnados e encarnados colocam à nossa disposição, tais quais tarefas escolares que precisaremos realizar para sermos aprovados perante nós mesmos em bendita revivência que ora nos é ofertada.

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Uma coisa será nossas prateleiras estarem abarrotadas de todas essas obras, com suas lições explicitamente claras, renovadoras, consideráveis… Outra coisa será não acessá-las, ou em o fazendo, não desejarmos ou não conseguirmos entendê-las.

Dessa forma, será impossível a lição [nos abraçar e] nos responder com as suas graças…

(Sintonia: Fonte viva, Cap. Ante a lição, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2015).