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Sinta-o-que-é-orar-ao-Deus-VivoO que fazermos quando a dificuldade de perdoar ou de ser perdoado se opõe a uma reaproximação? Quando a barreira de nosso orgulho, erguida por nossas “capacidades, posição social ou suposta evolução” (ESE, IX, 9), se sobrepuser ao perdão, o que fazer?

É possível que o Benfeitor Emmanuel, na questão 330 de O Consolador, nos ofereça dica importante: “A oração coopera eficazmente em favor do que ‘partiu’, muitas vezes emaranhado na rede das ilusões da existência material.”

Mas, espera aí!… Essa alma, objeto do desejo de nossa aproximação, ainda ‘não partiu’; está, ainda, “a caminho” conosco; somos ambos, ainda, Espíritos (almas) encarnados. Evidente que o somos, mas, dado a resistência de uma das partes ou de ambas, é como se estivéssemos ‘partido’, visto que o orgulho de ambos – ou de uma parte, somente – nos separa. É como se estivéssemos mortos um para o outro ou emaranhados – de alguma forma – na rede das ilusões da existência material a que o orgulho nos lançou.

Não esqueçamos que nós almas, somos Espíritos encarnados e como tal nossa expressão de comunicação é o pensamento e a oração, como uma forma desse pensamento, poderá ser a grande mediadora entre nós, quem sabe aflitos e desejosos de uma aproximação e nosso Criador certamente movimentará todas as sagradas forças de seu Universo em favor de tal reconciliação.

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A prece sempre se apresentará como sagrado auxílio a encarnados e desencarnados que já se amam muito, ou ainda possuem, desfavorecidos pelo orgulho, imensas dificuldades de relacionamento.

Quando tudo se mostrar impossível nas questões do perdão, que tal a oração como grande mediadora?

(Sintonia com o item 9 do Cap. IX do ESE e questão 336 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Primavera de 2015).

mulher orando“… Serás filho das tuas obras, terás delas o mérito e serás recompensado de acordo com o que hajas feito.” (ESE, XXV, 3).

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Imaginemo-nos sedentos, com fome e necessitando de energia. Comodamente – ou acomodados? – nos dirigiríamos a Deus e lhe requisitaríamos: ‘Senhor, preciso de água, de frutos para matar minha fome e do calor que me proporcione energia.’ Deus, em sua Infinita Sapiência, nos responderia: ‘Filho, para que criei a fonte, as árvores frutíferas e o sol em toda sua magnitude?’

Doutra feita dirigindo-nos ao Poderoso lhe rogaríamos: ‘Pai necessito da justiça terrena em questão contra meu irmão; preciso ainda de sabedoria e dos grãos nutritivos da terra.’ Novamente, a Sabedoria Infinita nos diria que ‘legisladores terrenos, professores e lavradores abnegados cumprem suas tarefas a contento e sob Sua Majestosa jurisdição; faz por donde! Serve-te!…’

Ora, receberemos, encontraremos, abrir-se-nos-á… desde que realizemos o esforço de pedir, procurar e bater.

Pedir, procurar, bater, pressupõe nos tornarmos filhos de nossas obras, herdeiros de nossos feitos ou, cada qual em sua esfera, atender aos seus particulares deveres.

Tudo que venhamos a possuir, títulos, condições, oportunidades, talentos… originalmente pertencem a Deus; foram-nos por Ele outorgados para que os puséssemos a render, frutificar e abundar a favor do progresso de Sua grande coletividade. Somente dessa forma Ele poderá nos reconhecer como o Zelador bom e fiel!

(Sintonia: Cap. Auxílio do Alto e Setor pessoal, pg. 217/19, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Verão de 2015).

Qualquer que seja a corrente de crença do indivíduo, se o “Fiat Lux” do alegórico gênesis ou o Big Bang científico, – prefiro ficar com o segundo – a humanidade e os seres vivos de quaisquer reinos sempre buscaram a luz. Desde aquecer-se e receber luz solar, que o gaúcho tradicionalmente chama de ‘poncho do pobre’, passando pela feitura por atrito do fogo e desembarcando neste terceiro milênio como algo fantástico e moderno, a energia elétrica que movimenta e acende luzes faz parte do dia a dia da humanidade…

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Luz e movimento: Fico a imaginar aquela simples tecla-tomada que toda a casa, por mais humilde que seja possui em suas dependências. Ao mesmo tempo em que, com um simples clique o indivíduo acende a luz que o iluminará e aos seus, também poderá acionar da mais simples à mais complexa máquina.

Todo o indivíduo que ora regularmente, que está sempre em sintonia com uma Fonte Energética e que vigia para que ‘gatos estranhos’ não lhe roubem essa Energia, possui em si uma tecla-tomada capaz de iluminar e realizar positivos movimentos que beneficiem a si, à sua família e a todos os que o circunvizinham. Esses indivíduos que já armazenaram em si essa Fonte que ao mesmo tempo clareia e movimenta, já conseguem perceber que:

1. As vítimas do mal são pessoas amarguradas. Até que elas consigam se desvencilhar das amarras e da escuridão que o mal lhes aflige é muito provável que necessitem temporariamente utilizar a luz de tua tecla e da energia de tua tomada. Sabe aquele vizinho que começa a construir ao lado de tua casa, mas que ainda não ligou sua energia elétrica? Talvez ele precise que através de uma extensão, lhe forneças um bico de luz e uma tomada para movimentar uma máquina.

2. O indivíduo ferido poderá tornar-se agressivo contigo: Tudo o levará a pensar que tu és mais um a feri-lo. Ele deixará de te perseguir com sua desconfiança a partir do momento em que perceber a claridade de teus movimentos e de tuas intenções em cicatrizar as suas chagas.

3. Normalmente e até pela lei de causa e efeito, quem me persegue é alguém que acumulou mágoas pelo que eu já possa lhe ter feito em ‘qualquer época’. Não sendo ‘de graça’ tais rancores, este e não amanhã, depois, é o melhor momento para eu dissuadi-lo com a luz e energia que eu já tenha, que precisaremos nos acertar, refazer nossa ‘rede’ de energias, atualizá-la com os cabos mais potentes da tolerância e da compreensão.

4. Os que te caluniam poderão ser pessoas profundamente infelizes. Por não suportarem, talvez, a luz própria e energia que acumulastes, passam a ‘inventar coisas’ a teu respeito para te depreciar junto aos que convivem. Tua luz e tua energia, ou a claridade que lhes aplicas ou teus movimentos em seu favor poderão aos poucos convencê-lo do contrário, que és verdadeiro e que desejas ajudá-lo a ser tão feliz quanto tu és…

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Não há milagres, inventivas ou ‘gatos’; não há efeitos mirabolantes nesta questão… Ou me acerco – te acercas, nos acercamos… – da luz e da energia da oração, da vigilância e das Boas Companhias ou estarei impossibilitado de percorrer caminhos claros, em companhias energéticas e estendendo esses clarões aos que ainda se acham em todos os tipos de penumbras.

(Sintonia: Cap. Acende a luz, pg. 149 de Meditações Diárias, de André Luiz/Chico Xavier, editora IDE) – (Inverno de 2013 e ainda no Cassino). 

 

Que eu não humilhe! Possuir a força é necessário: A resistência física, a tenacidade moral, a perseverança, a força de vontade, a não deserção, a continuidade da obra… Se eu continuar perseguindo toda essa força e dela não me servir para humilhar a alguém, estarei redobrando minhas forças.

Que tu não sejas rude nem estúpido! A inteligência, o preparo, o recato intelectual; o aprimoramento moral, o ardor pelo certo, pelo belo e pelo que inspira… te farão um homem inteligente. Se possuíres todo esse prudente acervo sem seres áspero com outrem, tua inteligência estará sublimada.

Que ele não fique inerte! Possuidor de calma invejável, ponderação e equilíbrio; raciocínio ponderado; decisões conciliadas; conclusões sensatas, exaustiva e amplamente discutidas… Se ele possuir toda essa harmonia, proporcionalidade e ainda conseguir não ficar inativo e indiferente ao que o circunvizinha, sua calma agregará sempre!

Que nós não sejamos imprudentes! Sermos corajosos – ou agirmos com o coração ou ‘de coração’ – é muito mais que exercitarmos uma força física que qualquer irracional poderá ter… Se colocarmos toda essa força à disposição da comunidade e ainda não formos imprudentes no seu uso, certamente nossa força estará bem direcionada.

Que vós não sejais inúteis! Terdes um corpo perfeito, com mãos, pés, pernas e braços irrepreensíveis; olhares discretos e fala ponderada; coração compassivo e cérebro equilibrado… convoca-vos a serdes úteis serviçais do próximo. Que vós não sejais inúteis tais qual a Vênus de Milo, maravilhosamente bela diante do Mundo, mas sem braços para servir. Serdes perfeitos e saudáveis e colocardes tais predicados a serviço dos outros será a mais bela das artes perante vós e vossa Divindade.

Que eles não ajam como os incrédulos! Se já conseguiram reunir fé em Deus, no Futuro e em si próprios, manifestando-a através de suas obras… que não a azedem utilizando intolerâncias com aqueles que ainda claudicam na confiança. Se eles já possuem fé e a exercitam através da tolerância esta lhes dirá que sua fé tem valor…

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Eu, tu, ele; nós, vós, eles… Utilizei-me aqui de pronomes no singular e no plural e certamente quebrei o protocolo da escrita, tornando-a híbrida. Utilizei-me, ainda do presente do subjuntivo negativo para alertar a mim – a mim, a ti, a eles… da necessidade de não renegar a idéia de que existem patamares e dentro deles degraus evolutivos. Que o homem poderá ter adquirido uma vasta bagagem e que essa não o impeça de viver com humildade junto a indivíduos de diferentes culturas, aprendizados, credos, crenças e gostos.

(Sintonia: Cap. Rogativa do servo, pg. 93 de Meditações Diárias, de André Luiz/Chico Xavier, editora IDE) – (Inverno de 201).

Diria certa vez o “pai e mestre da juventude”1, São João Bosco, aos seus meninos: “Em cada manhã entregue a Deus as ocupações do dia”… É possível que o santo desejasse dizer a seus jovens e à posteridade que nem sempre o indivíduo poderia estar compenetrado em oração durante a sua jornada, mas que poderia fazer de cada atividade, se assim o desejasse, momentos de oração…

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Orar em todas as situações não foge ao recomendado por André Luiz e Chico – totalmente sintonizados com Dom Bosco – quando informam que, sendo mista a jornada das pessoas ou estando elas felizes ou em sofrimento, perseverantes, amargas, trabalhando ou desocupadas, de compleições, situação ou humores diversos, ofendidas ou ofensoras… a oração será o grande momento de Luz em suas vidas:

  • Por que não consolidar momentos felizes com a felicidade da oração. Se felizes, por que não manifestar gratidão ao Criador por esse estado de alma?
  • No sofrimento é a hora de suplicar: “Pedi e recebereis”, avalizaria o Mestre interpondo-se entre as necessidades da humanidade e os sagrados anseios do Pai para com seus filhos;
  • Se já consigo ser perseverante em algumas virtudes, a oração sempre me escudará na continuidade dessa rota;
  • Se o meu dia não for o mais doce e amarguras diversas o azedarem, certamente que meu estado de oração poderá adoçá-lo;
  • Se, mergulhado no trabalho, seja ele assalariado, voluntário, apostólico, hobby… que minha oração seja não a de mãos postas ou introspecto, mas a de mangas arregaçadas;
  • Se for eu forte ou débil, alto ou baixo, magro, gordo, moço, velho… que meu estado de oração me nivele a todos os filhos de um Pai que sabe qual a idade de cada Espírito e que este é o importante e não as aparências;
  • Que em momentos de oração, pobres ou ricos, importantes, simples ou simplórios… estejam todos igualados pelas comuns necessidades próprias do Orbe Terrestre; e que
  • Em momentos de oração estejam reunidos ofendidos e ofensores, rogando, louvando e agradecendo ao mesmo Pai. É a hora de aparar arestas. A oferta do trabalho, depositada no ‘Altar do Senhor’, terá muito mais valor se primeiro os envolvidos com a questão perdão demonstrarem boa vontade de avanços para a reconciliação.

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Ore sempre, é a orientação dos ‘santos’ de todas as épocas. Ore sempre e em qualquer situação, do despertar ao adormecer. O despertar devolve o Espírito ao corpo do trabalhador para uma jornada de parceria. No adormecer há o repouso do veículo físico e a libertação da alma para o tipo de serviço que o indivíduo desejar…

(1. Título conferido a São João Bosco pelo papa João Paulo II. Sintonia: Cap. Momento de luz, pg. 41 de Meditações Diárias, de André Luiz/Chico Xavier, editora IDE) – (Outono de 2013).

“A intenção é tudo” é a expressão utilizada por Kardec na questão 658 de O livro dos Espíritos, quando se reporta à oração: “A prece é sempre agradável a Deus quando ela é ditada pelo coração, porque a intenção é tudo para Ele…”

Todos os meus atos e aí incluo a prece, ao brotarem de meu coração, serão submetidos a uma triagem: A intenção de meus atos irá agradar ou ‘desagradar’ a Deus se possível fosse desagradar a Onipotência.

Minhas rogativas e todos os demais sentimentos que não ferirem a caridade tornar-se-ão agradáveis a Deus, caso contrário, em nada contribuirão na minha romaria à perfeição.

Minha mente, entretanto, através do pensamento, poderá não questionar, ‘censurar’ ou inquirir os desejos de meu coração, simplesmente os enviará, operando como um centro de mensagens…

Se eu me permitir um trabalho conjunto de coração e razão e havendo uma afinidade de ambos na direção do bem, estarei depositando no coração do Pai as minhas boas intenções.

O bem que eu realizar para alguém poderá assim não ser interpretado. Deus, porém, assim o interpretará e computará em seus Divinos Arquivos, dado minha boa intenção; e no livro crédito/débito de minha consciência lá estará registrado: Crédito!

Não posso menosprezar fórmulas de preces, caso contrário estaria relegando a um segundo plano o Pai Nosso, a Prece de Cáritas, a Oração da Paz… O que o Codificador deseja me alertar é que no momento em que ‘leio’ o Pai Nosso, o deverei recitar mais com o coração e com o pensamento do que com os lábios.

Vivendo num Planeta de Provas, a prece tem o poder de restituir a fé e a confiança aos desafetos mais ferrenhos que possa haver… Afinal, através da oração do perdão, nenhum desafeto resistirá, pois o Pai, Jesus, a Espiritualidade Amiga e as Forças da Natureza empenhar-se-ão na aproximação dos ‘estremecidos’, já que ambos fazem parte de uma mesma Natureza e de um mesmo ‘Projeto Divino’.

Cada momento de minha vida exigirá uma prece diferente: Nas mágoas, suplicarei compreensão; nas aflições, tranqüilidade; sob intensa dor, solicitarei alívio físico ou moral; nos momentos de expectativas solicitarei soluções; nas perdas, resignação; nas injustiças, avaliarei que só Deus é totalmente justo; e naqueles momentos de paz e alegria, agradecerei e bendirei ao Pai. O importante é avaliar, compreender e aproveitar o momento e desejar, de coração, compartilhá-lo com minha Divindade através da prece.

O homem de bem, aquele que retira boas coisas do bom tesouro de seu coração, em suas orações também terá boas coisas para dizer a Deus, independente da situação, pois afinal…

…A intenção é tudo para Ele…

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. O hábito de orar, pg. 113 de Mensagens de esperança e paz, de Waldenir A. Cuin, Ed. EME) – (Inverno de 2012).

Desleixar a oração é tal qual a mulher ou o homem abandonar o asseio próprio. Uma alma em prece assume uma ‘aparência vaidosa’. Doses ‘exatas’ de vaidade são necessárias ao corpo e ao espírito.

Se o homem deixar de raspar ou aparar sua barba, descuidar os cabelos, afeitar o bigode, logo passará um atestado de relaxamento; se descuidar suas roupas, de molambento.

E imaginar uma mulher ‘desarmada’ do batonzinho? E as roupas e sapatos ‘démodé’?

Se os cabelos estiverem com raízes brancas, aí sim, a coisa pega! Diz o ditado popular que mulher não fica velha; fica loira…

Quando todos esses sintomas aparecem na vida de mulheres e homens é porque o desleixo lhes bateu à porta… Sua auto-estima faliu!

A falta da prece é o desleixo espiritual e essa descontinuidade poderá acarretar a doença do espírito em trânsito por este Planeta.

Que tal uma alma bem apresentada, saudável, vigorosa… Sem raízes brancas?

A oração é a tintura de boa qualidade que lhe proporcionará não só a coloração harmoniosa como o tonificante necessário.

Assim como o asseio pessoal requer um conjunto de medidas, o asseio da alma também exige vigilância e oração. Desleixar a prece é “abandonar a si próprio ao vendaval das forças negativas”.

(Sintonia e citação são do cap. Nosso porto seguro, pg. 71 de Recados do meu coração de José Carlos De Lucca/Bezerra de Menezes, Ed. InteLítera) – (Inverno de 2012).

O ‘Programa Bolsa Família’ (PBF), tecnicamente chamado de ‘mecanismo condicional de transferência de recursos’, foi implantado no governo Lula em 2003, a fim de integrar e unificar ao Fome Zero os programas Bolsa Escola, Auxílio Gás e o Cartão Alimentação do governo FHC e idealizados pela primeira-dama D. Ruth Cardoso.

Em junho de 2011, como parte do programa Brasil sem Miséria, o atual governo anunciou uma expansão ao PBF, anexando-lhe novos recursos e abrindo um leque de situações em que as famílias seriam amparadas…

…E amparo é aqui a palavra chave: Quando os cristãos ainda não se ‘rotulavam’, o Mestre, no intuito de ampará-los, reunia-se na casa de Pedro de Marta e suas irmãs e dos demais apóstolos a fim de realizar os primeiros ‘Evangelhos no Lar’; era o Evangelho em Pessoa adentrando aos lares de amigos, tornando essa prática tão antiga quanto a passagem encarnatória de Jesus por aqui.

Dr. Bezerra de Menezes me dá a entender que os Amigos de Luz que, por um motivo ou outro, não podem comparecer a esses cultos, sentem-se tão felizes como os que lá comparecem participando, atuando, explicando, aprendendo, clareando…

É o momento, portanto, em que os membros encarnados numa mesma família e amigos desencarnados se reúnem em debate não só em torno das verdades do Mestre, mas ‘com’ O próprio…

…Sim, com o próprio, pois que prazer essa família Lhe proporcionará ao ver ‘duas ou mais pessoas reunidas em seu nome… ’

Mas, seria o Evangelho no Lar o momento de ‘lavar roupas sujas’? Prioritariamente, não, mas acredito que todo o esforço para sanear desencontros, traumas, inimizades e ódios, será válido nessa hora. A ocasião para se colocar alguns pingos nos ‘is’… Aliás, o que é o Evangelho em seu todo senão exortações, advertências?

Continua meu amigo e Médico dos Pobres: “O Evangelho no lar é sublime e urgente terapêutica de amparo à família”…

…Como no mundialmente reconhecido Programa Bolsa Família, o Evangelho no Lar é o programa de maior amparo espiritual à família, pois ‘não só de pão vive o homem’; não só de PBF… O ‘Bolsa Evangelho’ é de extrema importância, socorro e amparo!

(Citações em itálico e sintonia são do cap. Oração em família, pg. 59 de Recados do meu coração de José Carlos De Lucca/Bezerra de Menezes, Ed. InteLítera) – (Inverno de 2012).

Quando pergunto a meus Amigos Espirituais, por vezes cansado da viagem e amargurado, onde eu poderia:

  • Abastecer-me de otimismo;
  • Lubrificar as peças de ‘minha máquina’ com os azeites da paciência, humildade e mansidão;
  • Alimentar minhas forças através da introspecção e da prece;
  • Usufruir das guloseimas da Divina Doçura ou aquecer-me com todas as bebidas quentes de Sua Graça;
  • Mergulhar nas notícias sobre as expectativas da Divindade a meu respeito através de todos os ‘diários’ e ‘semanários’ informativos legados em todos os tempos; e
  • Finalmente mitigar minha sede e lavar minha fronte, ‘calibrar’ o ar dos pulmões de minha vontade… Todos Eles me respondem em uníssona voz:

Lá no posto de Deus!…

A analogia ao comercial do posto de abastecimento de combustível veiculada diariamente na TV é proposital, pois preciso dessas semelhanças figuradas para constantemente entender o zelo do Criador para com suas criaturas. E estou incluído!

Funcionando no sistema AM/PM – 24 horas de 365 dias, décadas, séculos, milênios… – o Posto de Deus, atendido por seus ‘Divinos frentistas’ nunca cessou, cessa e nem cessará Seu atendimento de conforto às suas amadas criaturas.

Dirigindo-se a mim como Alma querida, o Médico dos Pobres me diz que “Quando mergulhamos no oceano do amor de Deus através da prece, um sopro divino nos envolve com tamanho vigor que, instantaneamente, nos sentimos calmos, resignados e otimistas”.

Oceano de amor, Posto de Deus, Diálogo curativo, todos são mananciais de água pura onde me refrescarei, ficarei mais calmo, resignado, reconfortado e otimista.

Lá no posto de Deus e parafraseando Paulo – o dos gentios – “posso todas as coisas naquele que me fortalece”.

(Citações em itálico e sintonia são do cap. Um instante para Deus, pg. 46 de Recados do meu coração de José Carlos De Lucca/Bezerra de Menezes, Ed. InteLítera) – (Inverno… Ufa! 2012).

O número era este, 21-1033 e minha velhinha é quem lembra mais destas coisas. O aparelho era daqueles antigos; ‘exigi’ um que fosse de cor verde e foi a primeira linha telefônica que adquiri, pelos idos de 1985. Na época, possuir uma linha da antiga CRT era um sonho; mas a minha tratava-se de uma transferência, pois a pessoa que a fez estava necessitada.

Através da benesse recém adquirida, poderia regozijar-me, solicitar favores e realizar agradecimentos a todos os meus amados e… também eles poderiam me ‘retornar’ todos esses itens.

A partir daí, com filhos pequenos ou em idade escolar, problemas seriam solucionados; solicitação de serviços e pedidos seriam feitos; comunicar-me-ia – traduzam em namorar, se o desejarem! – com a amada por ocasião de periódicos plantões em meu serviço (escalas).

Hoje essas comunicações atingiram um patamar formidável. Além do telefone fixo, há uma diversidade de operadoras de telefonia móvel que satisfaz a todos os gostos, além, é claro, da internet com todas as suas páginas de relacionamentos, umas ótimas, outras nem tanto…

O fato é que o homem, em todos os tempos, procurou se comunicar e seja em tempos remotos, desde os ‘sinais de fumaça’ e dos chasques – mensageiros – até os estupendos meios de hoje, ainda a humanidade continua realizando, através das comunicações, os seus anseios básicos: Regozijar-se, pedir, agradecer.

A comunicação que me chega do Alto, também é assim, pois Deus em sua Infinita Bondade coloca à minha disposição e da humanidade um canal – sem fio – que sempre esteve, está e estará constantemente disponível… Bilateral, essa linha à disposição de todos, transmite e recebe todos aqueles anseios básicos que acima citei, ou seja, os regozijos, pedidos e agradecimentos se realizam ‘de cá para lá’ e vice-versa.

Com Telefonistas muito simpáticos, atenciosos e amorosos, Deus Pai está sempre atento aos louvores, rogativas e gratidões.

“A oração – me diz o Dr. Bezerra de Menezes – é o telefone de acesso direto ao nosso Pai Celestial e o meio pelo qual Ele responderá às nossas” louvações, pedidos e agradecimentos.

Mais perto de Deus, utilizando-me desse tráfego de informações, ficarei mais forte e “em melhores condições de lutar e vencer”…

Como começou a acontecer através do 21-1033, na década de oitenta, que me proporcionou começar a ficar mais perto de meus amados e a obter adjutórios em solução de problemas, alguns muito simples, outros complicados.

(Expressões em itálico e sintonia são do cap. Mais perto de Deus, pg. 28 de Recados do meu coração de José Carlos De Lucca/Bezerra de Menezes, Ed. InteLítera) – (Outono muito frio de 2012).