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“… Sacrificando-se sobre uma espada simbólica, ensarilhada (deposta), é que Jesus conferiu ao homem a bênção da paz.” (Emmanuel).

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As guerras, mais ou menos sangrentas, ocorrem em todas as épocas: Impérios se fizeram e desfizeram com elas.

Não conseguimos imaginar que guerras pertençam ao passado; pertencem à imbecilidade; e esta parece não se esgotar…

Mil anos se gastam para erguer cidades, monumentos, obras de arte, vias de ligação; hoje, em segundos poderão ser destruídos… Pela guerra!

Mas… não ocorre o mesmo, dentro de nós, quando abrimos luta contra o semelhante? Sim!

O império do “eu” se ergue dentro de nós: nosso orgulho aí reina; manda; desmanda; desenvolve-se até um apogeu fugaz; e se arruína junto à nossa infelicidade.

Outrora odiávamos e guerreávamos por instinto; hoje afirmamos fazê-lo por inteligência.

E destruímos, também em poucos segundos, uma amizade que construímos desde nossa infância: inocentes, amávamos; crescidos, nos detestamos!

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A Cruz como patíbulo estava com ponta para baixo, deposta, ensarilhada! A mesma Cruz, mais que paredão ao Sentenciado, foi ponte para a evolução!…

Não basta condenarmos a guerra de todos os tempos; nem a mais recente, que Kim Jong -un deseja; é necessário ensarilhar nosso orgulho para obtermos a bênção da paz.

“Embainha tua espada” (João 18: 11), recomendou o Pacífico a Pedro, quando este feriu a orelha de Malco no Horto das Oliveiras…

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 114 Embainha tua espada; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

photo“O orgulho e o egoísmo têm a sua fonte num sentimento natural: o instinto de conservação. Todos os instintos têm sua razão de ser e sua utilidade, porque Deus nada pode fazer de inútil. Deus não criou o mal; foi o homem que o produziu pelo abuso que fez dos dons de Deus, em virtude de seu livre arbítrio. Esse sentimento, encerrado em seus justos limites, portanto, é bom em si; é o exagero que o torna mau e pernicioso…” (Allan Kardec, Obras Póstumas, 1ª Parte, O egoísmo e o orgulho, § 3º).

Passados 148 anos (no mínimo, pois Kardec escreveu isto ‘em vida’), conseguimos enxergar no texto uma linguagem atual. Não se trata de obra ‘ditada’ por Espíritos Superiores, mas de autoria da ‘anima’ do Codificador. E com isto conseguimos entender a sua também Superioridade.

Continuará o ilustre Lionês, na mesma obra: “… Ocorre o mesmo com todas as paixões que o homem, frequentemente, desvia de seu objetivo providencial. De nenhum modo Deus criou o homem egoísta e orgulhoso; criou-o simples e ignorante; foi o homem que se fez egoísta e orgulhoso, exagerando o instinto que Deus lhe deu para sua conservação. Os homens não podem ser felizes (…) se não estão animados de um sentimento de benevolência, de indulgência e de condescendência recíprocos, (…) enquanto procurarem esmagar uns aos outros…”

Entendemos que nosso orgulho, vaidade, inveja e até egoísmo, originalmente tinham (e têm) ‘pitadas’ de bons (ou de úteis). Desenvolvemos nossa inteligência e utilizando nossa liberdade os transformamos em ‘picaretagem’; passamos, com esta, a nos “esmagar uns aos outros!”

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Por entendermos que: Espíritos Superiores se manifestam em uma mesma linguagem, também superior; esses Iluminados não se contradizem; alguém seria ‘escolhido’ pelo Espírito de Verdade para ombrear a codificação; e que o ‘predileto’, para a época seria Allan Kardec… somos obrigados, não a reconhecer, mas a testemunharmos sua Superioridade de Espírito.

(Outono de 2017).

17457549_1666242993391392_6524891417270392109_n… Nada, que seja plantado de bom na Lavoura do Pai, ficará sem frutificar. Às vezes os frutos não são visíveis a nossos olhos, ávidos do reconhecimento dos homens e ainda embaçados com as remelas do orgulho e da vaidade.

Sutilmente, porém, esses frutos começam a aparecer, para nos provar que Deus está atento a fatos de sua Criação, e que alguém, de alguma forma, se beneficia com aquilo bom que estamos tentando plantar. A perspicácia Divina age, então, para alavancar nossa perseverança nas lides do bem.

Convém lembrarmos, também, que a lavoura do Planeta Terra ainda é muito árida, pedregosa e sem o húmus beneficente de Orbes mais sutis.

O Pai é o dono da lavoura; Ele é o ceifeiro e pomicultor. Cabe-nos esperar a colheita; a Ele dedicar; e averbar em nossos Espíritos avanços que da boa plantação e colheita possa resultar.

No Universo do Pai tudo é ordem; tudo é serviço; tudo harmonia! Nada se perde; tudo colabora: vento, sol, plantas; animais, desde o verme menor à miríade de insetos, num anonimato formidável cooperam com o Criador para implantar seus Desígnios.

Se com os seres menores ou inanimados acontece, e nada se perde no cômputo do Pai, por que não orçaria Ele nossos bons feitos em prol do aperfeiçoamento do Planeta no qual vivemos?

Que nossas soberba e vã presunção não nos impeçam de enxergarmos tais verdades que, diariamente, nos são sutilmente apontadas na lavoura do Universo do Criador!

(Cassino; verão de 2017).

Sinta-o-que-é-orar-ao-Deus-VivoO que fazermos quando a dificuldade de perdoar ou de ser perdoado se opõe a uma reaproximação? Quando a barreira de nosso orgulho, erguida por nossas “capacidades, posição social ou suposta evolução” (ESE, IX, 9), se sobrepuser ao perdão, o que fazer?

É possível que o Benfeitor Emmanuel, na questão 330 de O Consolador, nos ofereça dica importante: “A oração coopera eficazmente em favor do que ‘partiu’, muitas vezes emaranhado na rede das ilusões da existência material.”

Mas, espera aí!… Essa alma, objeto do desejo de nossa aproximação, ainda ‘não partiu’; está, ainda, “a caminho” conosco; somos ambos, ainda, Espíritos (almas) encarnados. Evidente que o somos, mas, dado a resistência de uma das partes ou de ambas, é como se estivéssemos ‘partido’, visto que o orgulho de ambos – ou de uma parte, somente – nos separa. É como se estivéssemos mortos um para o outro ou emaranhados – de alguma forma – na rede das ilusões da existência material a que o orgulho nos lançou.

Não esqueçamos que nós almas, somos Espíritos encarnados e como tal nossa expressão de comunicação é o pensamento e a oração, como uma forma desse pensamento, poderá ser a grande mediadora entre nós, quem sabe aflitos e desejosos de uma aproximação e nosso Criador certamente movimentará todas as sagradas forças de seu Universo em favor de tal reconciliação.

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A prece sempre se apresentará como sagrado auxílio a encarnados e desencarnados que já se amam muito, ou ainda possuem, desfavorecidos pelo orgulho, imensas dificuldades de relacionamento.

Quando tudo se mostrar impossível nas questões do perdão, que tal a oração como grande mediadora?

(Sintonia com o item 9 do Cap. IX do ESE e questão 336 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Primavera de 2015).

“… As paixões podem levá-lo [o homem] à realização de grandes coisas. O abuso que delas se faz é que causa o mal”. E “Estudai todos os vícios [todas as ‘paixões’] e vereis que no fundo de todos há egoísmo”. (Questões 907 e 913 de O Livro dos Espíritos).

Uma pessoa egoísta – e todos são em maior ou menor grau – sofre porque outras pessoas não correspondem à sua expectativa. O egocêntrico é um fantasioso ao imaginar que o mundo gira em torno de si…

Vacino-me contra a gripe desde os cinqüenta anos… De lá para cá, – e aí se vão treze anos – é possível que conte nos dedos de uma só mão, as vezes em que me gripei gravemente.

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‘Todos são em maior ou menor grau’. Uma constatação, um ‘consolo’ e a seguir a reação: Preciso imunizar-me! E se há hoje no Planeta vacinas para tantos males que outrora vitimaram grandes populações, por que ainda não descobriram a imunização contra o egoísmo? É possível que esta chaga seja imanente ao tipo de população que povoa o planeta Terra e aos de igual categoria. Somente com a ‘promoção’ desses indivíduos e conseqüentemente de seu habitat é que o egoísmo irá se dissipar. E enquanto e para que isso aconteça, Chico e Emmanuel vão apresentando algumas vacinas ou preventivos com o poder de resguardar de tal chaga:

1. A caridade como simples dever – A caridade não é nenhum favor e quem explica isso de forma categórica é a alternância de ‘status’ em vivências diversas. Possuo o dever – velado, é claro – de realizar a caridade porque em pretérita existência eu já fui socorrido por aquele que ora pretendo socorrer. O auxílio, aqui, é a vacina!

2. Se vingança, ódio, desespero, inveja ou ciúme são as infecções, indubitavelmente o amor é a vacina. Não há outro que imunize essas defecções mentais.

3. A fogueira do mal deverá ser extinta na fonte permanente do bem – Antes de afirmar que a cada dez chamadas a mídia reserva ao bem somente uma, deverei me perguntar que tipo de espaço ‘eu’ estou roubando ao mal!?

4. O bem como dissolvente das mágoas – Mágoas são como aquele acúmulo de tinta grossa que nem o solvente comum retira… somente com ácido ou tíner! O serviço aos outros é como esse removedor poderoso que vai amolecendo os corações e dissipando as nódoas das rusgas.

5. O trabalho como Lei – Não falam os autores aqui do trabalho remunerado, que é útil e promove o bem estar dos indivíduos e de suas famílias, mas do trabalho voluntário, onde a moeda envolvida é a Lei de Justiça e do amor. Como por exemplo, consumir-se o indivíduo como a vela que se gasta iluminando gratuitamente.

6. O ciúme como patologia da mente – Pior que a bronca, a reivindicação e até o azedume de alguém para com alguém é ignorar o próximo, não notá-lo, atestando-o insignificante… O ciúme poderá protagonizar desatenção, desestímulo e insensibilidade!

7. A bênção do socorro ou o querosene da discórdia? – Em ‘clamores da paz’ diria eu que ‘é possível que paz, em teoria, seja um dos termos mais leves e belos. É mais possível, ainda, que na sua prática, a paz seja um dos desafios mais difíceis dos dias atuais… ’ Cóleras, irritações, discórdias deverão ser ‘apagadas’ com o extintor apropriado. E o adequado, aqui, é o da compreensão e do socorro que abrirão brechas para a Paz.

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Em todos os casos que se apresente o perigo do egoísmo, todas as precauções, todas as vacinas, todos os extintores serão úteis, mas o mais importante serão os profissionais dessa área – ‘bombeiros, enfermeiros’… – que se disponham a arregaçar as mangas e buscarem o livramento do egoísmo, do orgulho e da vaidade, para realizar a imunização.

(Sintonia: Cap. Quando…, pg. 101 de Meditações Diárias, de André Luiz/Chico Xavier, editora IDE) – (Inverno de 201).

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Meu orgulho mora na torre mais alta do castelo de minha vida;

Particularmente, tenho muita dificuldade em administrar e compreender o orgulho dos outros, pois o meu não permite;

Meu orgulho, em mirante espetacular só olha de cima para baixo e vê coisas e seres pequenos, insignificantes;

Meu orgulho possui um irmão gêmeo – chamado egoísmo – que mora com ele em seu prazeroso castelo;

Meu orgulho está sempre acompanhado da donzela vaidade que, caprichosa, sempre influi em suas atitudes;

Meu orgulho possui também outras companhias: A arrogância é uma balzaquiana que não se dobra; a soberba é quase sua irmã ou ao menos em muito se lhe parece. Há ainda outras jovens ou nem tanto que compõem o seu séqüito, como a presunção que lhe toma conta da agenda, o controlador na ‘pasta’ da hipocrisia e o perfeccionista ‘quase’ pudico;

Nas cercanias do castelo de meu orgulho – num ‘ladeirão’ – há um vilarejo onde moram personagens humildes e fraternos; meu orgulho não se relaciona muito bem com essa ‘estranha’ vizinhança;

Meu orgulho dita normas de bem proceder que, na verdade, só não conseguem normatizar a sua vida;

Meu orgulho tem carro bom e quase que intocável… Não é desses utilitários que carregam pessoas necessitadas por ruas esburacadas a qualquer hora da noite; ‘ambulância’, nem pensar!

Meu orgulho doutor em regras de trânsito é, na maioria das vezes, inflexível, não admitindo exceções tão pouco falhas alheias;

Meu orgulho quando confronta guardadores, catadores, frentistas, lavadores… Os considera todos subempregados e servis acomodados… Moedas para eles só as pequeninas; a que possui a ‘República na cara’, nem pensar! Uma palavra boa é perda de tempo com esses ‘vadios’.

Amigos queridos, se passarmos os olhos nas constatações da crônica acima – e lhes pedimos que o façam com naturalidade -, certamente nos identificaremos em mais de um item. O meu orgulho ou o nosso orgulho não é coisa de hoje e sua comitiva o acompanha ao longo de nossas diversas encarnações.kjdfgh

“Todos (os espíritos inferiores e imperfeitos) têm deveres a cumprir. Para a construção de um edifício não concorre o último dos serventes de pedreiro, como o arquiteto?” nos responde de forma categórica a questão 559 de O livro dos Espíritos. Todos, de pequenos, médios e grandes talentos, somos responsáveis pela melhoria do Planeta, mas somente a humildade nos fará perceber este poder de transformação. A humildade e a disponibilidade de nossas habilidades, nesse caso, deverá ser tal qual o farol que iluminará a caminhada de nossos parceiros, porém o roteiro será, inevitavelmente, traçado por cada um.

Em uma unidade de saúde há diagnósticos clínicos ou geriátricos que só terão total sucesso com o concurso da fisioterapeuta, anônima e muitas vezes relegada ao segundo escalão do posto médico; e o fracasso do cirurgião experiente se faria se os instrumentos não estivessem religiosamente esterilizados.

É mais construtiva a humilde colaboração dos pequenos empreendedores do que a empáfia dos grandes gênios.

As pessoas humildes chegam à nossa praia e vão logo nos convidando para jantar; os abonados chegam à orla já comendo o nosso lanche.

Quando abordam o tema Orgulho, à pg. 31 de As dores da Alma, Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed dizem que “nosso orgulho quer transformar-nos em ‘super-homens’, fazendo-nos sentir ‘heroicamente estressados’, induzindo-nos a ser cuidadores e juízes dos métodos de evolução da Vida Excelsa e, com arrogância, nomear os outros como desprezíveis, ociosos, improdutivos e inúteis.” Ou seja, o nosso orgulho do alto de sua torre, nada construirá, pois só verá o que lhe convém. Julgará, mancomunado com seu séqüito, que todo aquele Zé povinho do ladeirão, nenhuma utilidade tem para o paço em que pensa reinar.

Perguntamo-nos, então, como encaixar “o último dos serventes” nessa corte tão perversa? Todos nós sabemos que o contrário é mais salutar: Depor o monarca!

(Verão de 2011/12) – Pub O Clarim Jun 2013.

Três vícios detestados, criticados e que ainda os ‘amo de paixão’ – e não só eu… Eles não são mazelas só de pessoas amoedadas – endinheiradas. Não! Há pessoas extremamente egoístas e mesquinhas de solidariedade, compaixão, palavra… Sabe aquelas pessoas com fobia de povo; caracóis!?

Transcrevo aqui, com o devido consentimento de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, algumas considerações sobre o assunto, extraídas de As dores da alma (Pg. 125, capítulo Egoísmo):

“A vaidade é filha legítima do egoísmo, pois o vaidoso é um ‘cego’ que somente [vê] a si próprio”.

“A vaidade é… a ilusão dos que querem ter êxito diante do mundo e não dentro de si mesmo”.

“Ficaríamos envergonhados de nossas melhores ações, se o mundo soubesse o que às motivou” (Francisco VI).

“[O] indivíduo vaidoso [falsifica] a si mesmo para chamar a atenção”.

 “As almas não são clichês [cópias]… Todos temos características individuais. Os ingredientes do sucesso do ser humano se encontram em sua intimidade”.

“A mesquinhez pode manifestar-se ou não com a acumulação de posses materiais, como também pode aparecer como um ‘auto-distanciamento’ do mundo”.

“O altruísmo é o amor desinteressado, enquanto a avareza é filha da ‘pobreza do mundo interior’”.

Parece uma grande contradição, mas quanto mais critico minha vaidade, orgulho e egoísmo, mais os ‘amo’!

(Outono de 2012).

Em diversos segmentos da sociedade, mormente nos espíritas, há sérias restrições quanto a elogios, atenções, reverências, agradecimentos… Julga-se que tais manifestações ‘estragam’ pessoas, estimulando-lhes o orgulho e a vaidade.

Em meu entendimento, ‘nem a deus, nem ao diabo’. Neste caso o equilíbrio do fiel da balança é o mais apropriado: Tanto ignorar a criatividade alheia como a adulação servil afastarão o ponteiro do ponto ideal.

Feito isto, passo-lhes considerações que escrevi a respeito do assunto. Se entenderem oportunas… Um bom proveito:

  • Prefiro ver meu companheiro envaidecido por meu elogio do que fracassado e desanimado ante minha insensibilidade;
  • Parabéns e muito obrigado, além de combustível, poderão ser antídoto à insensibilidade que uso como máscara;
  • Às pessoas maduras e responsáveis, o elogio será sempre salutar e a indiferença sempre compreensível…
  • O elogio, o agradecimento, o reconhecimento é obrigação minha… Administrar sua vaidade compete ao outro;
  • Para salvaguardar a fraternidade, louvarei, retribuirei e serei reconhecido, mesmo em detrimento de recomendações, bitolas e regrinhas anti-vaidade;
  • Orgulho e vaidade são naturais fantasmas do mal. Não acredito, porém que elogios e atenções – temperos do bem e da fraternidade – os alimentem!
  • Parabéns, aquela desgastada palavrinha de aniversário, precisa ser reinventada e utilizada mais no dia-a-dia! e
  • E pensar que muitas vezes, o muito obrigado, é sufocado – orgulhosamente! – em gargantas doentias para não estimular o orgulho e a vaidade!

Pois é, meus amigos! Lembram de quando o Divino Mestre curou os dez leprosos? Somente um – o samaritano, persona não grata – veio lhe agradecer… Jesus não desperdiçou a deixa para ensinar princípios de gratidão, reconhecimento, fraternidade…  “Não ficaram curados todos os dez?” – (Lucas, XVII, 17).

(Final do verão de 2011/12, com águas de março maravilhosas!)