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jim-caviezel-como-jesus-em-a-paixao-de-cristo-2004-originalSomente constrói, sem necessidade de correção ou corrigenda, aquele que se inspira no padrão de Jesus para criar o bem. (Emmanuel).

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A célebre questão 625 de O livro dos Espíritos, tão bem formulada e tão laconicamente respondida, nos apresenta Jesus como o Modelo e Guia mais perfeito que Deus tem nos ofertado em todos os tempos. Tanto na primeira versão da obra básica, de 1857, como na definitiva, de 1860, questão e resposta são formuladas e respondidas de forma idêntica.

Todos nós que ainda não elegemos Jesus como o modelo padrão para as nossas vidas, estamos destinados a repetir encarnações e mais encarnações destinadas a correções ou corrigendas de equívocos cometidos a despeito de reiterados mensagens do Cristo transmitidas por seus missionários em todos os tempos.

Analisando o modus operandi do Mestre ou o seu modo de fazer, constatamos que passados dois mil anos de sua encarnação missionária e apesar de todas as nossas alternâncias entre vários corpos de carne e a Vida Espiritual, ainda não nos moldamos aos padrões do Mestre. Ainda somos mais individualidade do que coletividade e ‘pecamos’ em questões básicas como:

O desejo de remuneração – Esquecida a importante máxima “dai de graça o que de graça recebestes”, ainda estamos sedentos da valorização dos homens por algo que façamos pelo Cristo. E não estamos aqui nos referindo a uma valorização amoedada, mas à sede que temos das reverências como guias de pagamento.

As nossas exigências – Hábil em tratar os diferentes, Jesus tinha predileção especial pelos mais necessitados do corpo e do Espírito; aliás, disse ter vindo para estes, ou que “estes é que precisavam de médico.” Somos ainda intolerantes no trato com os diferentes patamares evolutivos; ou ainda não os compreendemos. Desejamos, muitas vezes, que pessoas apresentem frutos que ainda não são capazes de produzir.

Evidenciarmo-nos; sermos reconhecidos – O anonimato deveria ser a melhor moldura das obras do cristão. Dizia, certa vez, aos que o seguiam: “Não saiba a vossa mão esquerda o que opera a vossa direita.” Voltamos a repetir, ainda somos mais individualidade do que coletividade. Cultivando a modéstia da manjedoura ao Gólgota, ainda não aprendemos com Jesus questões relacionadas à desambição, humildade, moderação, sobriedade, reserva, compostura…

Desejamos ser superiores – Quem nos promove são nossas atitudes altruísticas, o servir, o importar-nos: E isso é amar – verdadeiramente! “Reconhecerão que sois os meus discípulos se vos amardes uns aos outros” diria, certa vez, aos doze. Emmanuel nos dirá em capítulos seguintes desta mesma obra que “toda a movimentação humana, sem a luz do amor, pode perder-se nas sombras…” (Cap. 15, Fraternidade).

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Adotarmos Jesus como Modelo é uma meta. Amar-nos é ‘só’ a imposição – ou cláusula – para atingirmos tal meta!

Amar-nos é cláusula que o Rabi nos impõe. Se seu “jugo é leve”, a cláusula não parece ser tanto!…

(Sintonia: Fonte viva, Cap. Modo de fazer, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Cassino, verão de 2016).