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“Somente pela execução de nossos deveres, na concretização do bem, alcançaremos a compreensão da vida, e o conhecimento da ‘perfeita vontade de Deus’ a nosso respeito.” (Emmanuel).

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Deus obra incessante: minerais se movimentam; vegetais, com colaboração de minúsculos insetos, se reinventam; animais cumprem propósitos Divinos.

Não desejaria o homem, a inteligência, permanecer estático: reserva-lhe o Criador desígnios, tarefas.

O milho não foi sempre exuberante: primitivo, há 8 mil anos, a espiga do ‘teosinto’ alcançava apenas 2,5cm, comparado aos fartos 30cm de hoje:

A ação das forças da Natureza (vegetais, ventos e insetos polinizadores, ciência humana) proporcionou-lhe tal status.

Em nossas lutas por títulos, recursos financeiros, possibilidades de conforto e atenções sociais, progredimos materialmente; por que não ‘faturar’ e também servir?

Nossa profissão não é só remuneração; pode, por extensão, se tornar beneficência:

Assim, o doutor, remunerado, é também o humanitário; o bombeiro, perante flagelos, não perde a ternura; comerciante e empregados, lucrativos, convivem honesta, justa e fraternalmente…

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Percebe-se o homem, um Espírito que ocupa, interinamente, um corpo; e não o contrário:

Pressuposto este que eleva sua Alma acima de títulos, recursos amoedados, confortos, vida social: tarefando assim consegue, em seu estágio evolutivo, colocar-se à disposição dos desígnios que o Criador lhe reserva.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 107 Renovemo-nos dia a dia; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

aprender-e-ensinar“A ideia de que ninguém deve procurar aprender e se melhorar para ser mais útil à Revelação divina, é muito mais uma tentativa de consagração à ociosidade que um ensaio de humildade [iniciante]. O Evangelho não endossa qualquer atitude de expectativa displicente.” (Emmanuel).

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Indivíduos, em todas as épocas, optaram pelo monastério, clausura ou retiramento, pensando serem úteis a si mesmos e às sociedades. Buscavam ficar atentos aos ‘avisos dos Céus.’

Embora não desdenhemos que nesse universo de pessoas houve estudos importantes, traduções de peso e a busca de contemplação e inspirações…

… Somos obrigados a analisá-los à luz das respostas dos Sábios, encontradas em O Livro dos Espíritos, quando este aborda a Vida de Insulamento e Voto de Silêncio:

Será “duplo egoísmo” viver “em absoluta reclusão, fugindo ao pernicioso contacto do mundo”, pois além de nos ‘acomodarmos’ perante as ações cruéis da sociedade atual, nos impediremos de fazer o bem possível à mesma sociedade. Continuarão os Sábios: “O voto de silêncio absoluto, do mesmo modo que o voto de insulamento, priva o homem das relações sociais que lhe podem facultar ocasiões de fazer o bem e de cumprir a lei de progresso.”

Entendemos que será em sociedade, com todas as suas ‘armadilhas’, que teremos as melhores oportunidades de aprender e nos melhorarmos.

Aprender e se melhorar, faz parte da vida que é “curso avançado de aprimoramento”:

mulher-meditando-60991Aprender é todo o universo intelectual: educação e esforço que gera progresso; é melhorar e avançar; exercício da inteligência, da cultura e do trabalho; o serviço que precisa ser entendido como fonte de recursos, não só o remunerado, mas também o não remunerado e ‘roubado’ das horas de lazer e descanso.

Melhorar-se revela todo um universo moral: é o que fará de nossas lutas o burilamento do Espírito principiado simples e ignorante; é declarar que os recursos que em nós dormitam são de ordem divina; será avançarmos porque estamos melhorando e melhorando porque estamos avançando; porque estamos buscando em nosso íntimo de genética divina, os melhores dons; melhorar-nos exigirá de nós serviço, fraternidade e “ação pessoal e incessante no bem” promovendo nossa evolução.

Compreendamos como sagradas as promessas de Jesus: “dar-se-nos; acharmos; e abrir-se-nos”, mas com o esforço e a responsabilidade de “pedirmos, buscarmos e batermos.” (Lucas, XI, 9).

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Aprender é a grande e necessária dedicação ao aprendizado teórico para realizarmos o que é mais importante: a prática! Melhorar-se será colocar em prática tudo aquilo que de bom útil e necessário aprendemos; é o serviço que homologará nosso aprendizado.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 54 Procuremos com zelo, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2016).

lava-pes1-300x207“Em todos os lugares do vale humano, há recursos de ação e aprimoramento para quem deseja seguir adiante. Sirvamos, em qualquer parte, de boa vontade, como ao Senhor e não às criaturas, e o Senhor nos conduzirá para os cimos da vida.” (Emmanuel).

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Reencarnados na Terra, este vale humano – de muitas lágrimas, por sinal – somos regidos por Leis Divinas ou Naturais que nos chamam ao Trabalho, Sociedade, Progresso, Igualdade, Liberdade e principalmente à Justiça, amor e caridade. “Por ser [o trabalho] uma conseqüência da natureza corpórea do [homem]” (questão 676 de O Livro dos Espíritos), a humanidade, chamada ao progresso, à sociedade, à igualdade e liberdade e sustentada pela justiça amor e caridade, irá trabalhar – servir em qualquer parte – visando o “adiantamento na vida espiritual.” (idem, questão 648).

Nesta peregrinação, será melhor só provermos nossa subsistência ou providenciando-a nos tornarmos diretamente os servidores dos outros buscando recursos de ação como legisladores, administradores, no judiciário, autônomos, artistas e empregados? Legislarmos moralmente; administrarmos sem suspeitas; julgarmos retamente; sermos empregadores honrados; artistas iluminados; operários úteis e humildes… nos homologará como os legítimos servidores do Mestre.

Observemos bem: Somos servidores ‘do’ Cristo; servindo aos homens deste Planeta e a nós próprios; e visando nossa elevação individual, pois equilibrados perante as Leis Morais, que nos conduzem ao aprimoramento ou “adiantamento na vida espiritual.”

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“Do trabalho do operário nasce a grandeza das Nações”, diria o papa Leão XIII; São João Bosco adotaria esta máxima como um dos seus lemas na condução das artes e ofícios como agentes da educação de seus meninos.

O trabalhador, entretanto, em quaisquer recursos de ação, precisará compreender que: é um co-criador do Pai em escala menor; serve indiretamente ao Cristo, servindo aos homens; eleva-se aos cimos da vida – evolui individualmente; e atua na promoção Planetária.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 29 Sirvamos, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2016).

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Observando-se as sábias lições da natureza, sacudir-se, um verbo pronominal, faz parte da rotina de todos os felinos e caninos com o intuito de se livrarem de algum tipo de ácaro dos ouvidos, ou simplesmente para se secarem. A maioria das aves também fará o movimento para se livrar de parasitas e também secar-se. Bovinos, eqüinos e muares estremecem seus corpos e se utilizam da cauda para espantar insetos que os atormentam…

Prédios muito antigos, com sessenta ou setenta anos que à época de sua construção eram o xodó da arquitetura, já poderão não ser mais úteis aos anseios do conforto atual e serão colocados abaixo, dando lugar a outro mais moderno e satisfatório.

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Sacudir-me de uma série de mazelas que impedem a construção de um Céu interior – e que literalmente me ‘infernizam’ – significa tentar desvencilhar-me da maioria dos defeitos que impedem minha paz interior: ódios, raivas, orgulho e todo seu séqüito e até aqueles que me parecem inofensivos, mas que fazem parte da pajelança do melindre, tais quais ilusões, prostrações e auto-piedade. Sacudir-se, – aqui no sentido moral – é ‘fazer por donde’ abandonar todos os riscos e desenganos do homem velho e buscar as vantagens e a clareza do homem novo.

Sacudir-se é desejar ficar curado: O Mestre Galileu, aquele que extraía o máximo de um mínimo, ao abordar o paralítico de Betesda (Jo, V, 6), que fazia 38 anos tentava adentrar à piscina da cura, pergunta-lhe de chofre: “Queres ficar curado”? Jesus não afirma que o curará, mas pergunta-lhe se ‘deseja sacudir-se’ dos males que o acometiam.

Mas, em se falando de cura, – mudança, sacudida – a quem devo mudar, a mim ou ao meu semelhante? Aceitação aqui é a palavra chave, tanto para mim como para o semelhante: No que se refere a mim, a ‘não aceitação’ de tudo aquilo que se refere ao homem velho; no tocante ao próximo a total e irrestrita aceitação, respeito e generosidade no que se refere à sua maneira de ser. Transformar-me; respeitá-lo; e, se possível, levá-lo de roldão com minhas atitudes: As palavras chaves!

Se Jesus aparecesse hoje à minha frente e repetisse sua pergunta “queres ficar curado?” eu poderia dar-lhe duas respostas:cura-em-betesda

– ‘Sim!’ Ou aquela resposta na qual me declaro disposto a me sacudir por inteiro desejando despir-me de todos os penduricalhos que impedem de ser feliz, de ter um Céu dentro de mim e que para construir esse Céu desejo não ser só bom, mas “bom e caridoso” e ainda me despojar de adornos que inventei para mim, tais quais quimeras, burlas, pseudos infortúnios, suscetibilidades… Ou então:

– ‘Sim, mas’… É aquela resposta em que enumero uma série de empecilhos à minha cura: ‘O convênio é ruim; o médico é longe; os exames são inconvenientes e poderão revelar uma nova doença… ’ E a minha resposta evidenciará que além de magoado estou acomodado a antigos hábitos e gostos nada saudáveis.

Em ambos os casos, ou com ambas as respostas o Alto deixará de me curar? Não, porque eu até poderei desistir de mim, mas as Divinas Intenções jamais! Poderei demorar um pouco mais a me sacudir, mas de repente as revoluções morais como as sociais estouram e fazem ruir o edifício carcomido do passado, que não está mais em harmonia com as necessidades novas e as novas aspirações. (nota à questão 783 de O Livro dos Espíritos).

Sacudir-se e ruírem o homem velho, o edifício, os ácaros e parasitas dos seres menores da criação… tudo aqui significa limpeza, renovação, cura, transformação, progresso, evolução!

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Aceitação, pag. 205 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2013).

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Não tenho dúvidas que progresso, mudança, inovação e partilha represente a chave tetra com o poder de, por dentro, abrir a porta do coração para a liberdade… Espíritos livres inventam novidades, máquinas fantásticas, ‘utilitários úteis’. Indivíduos livres se importam com o progresso e o compartilham. Os livres e de ‘bom’ livre arbítrio conseguem falar novidades sobre velhos temas. Homens e mulheres livres dirão como o Apóstolo dos Gentios: É para a liberdade que Cristo nos libertou…

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Voltaire já diria que o prazer da liberdade aumenta à medida que dela se desfruta. Sim, a partir do momento que consigo me libertar de velhas crenças estacionárias e abro a porta à liberdade através de avanços, mudanças, criações, invenções, novidades…  o  que mais desejarei é ser feliz e ter o prazer de compartilhar todos esses avanços com os que me circunvizinham.

Quando liberdade e partilha parece um paradoxo, Hammed me dirá exatamente o contrário: A liberdade, como todas as outras conquistas da alma, só será alcançada verdadeiramente, se for compartilhada com os outros.liberdade-3

1. Progresso é algo incessante: Ninguém tem o poder de brecar essa Divina Lei que se aliou à liberdade para dar asas a todos os corajosos, inovadores e propensos a mudanças… Kardec comentaria a questão 781 de O Livro dos Espíritos dizendo que o progresso, sendo uma condição da natureza humana não está ao alcance de ninguém a ele se opor. É uma força viva que as más leis podem retardar, mas não sufocar.

2. A mudança estabelece ares novos num ambiente: Posso remodelar um cômodo sem comprar um móvel novo sequer; somente invertendo suas posições! Pois algo semelhante também acontece com meu ambiente interior: Descartes, alguns valores invertidos e o interior irá ficando mais liberto. Pessoas compartilharão e usufruirão dessas mudanças e ainda dirão, ‘nossa! Mas como fulano mudou!…’

3. Inovar é algo próprio dos gênios: Acompanho uma expositora que sempre consegue dizer coisas novas sobre velhos assuntos… Agradeço-lhe sempre ao pé do ouvido pelo presente que proporciona aos seus ouvintes. A pessoa que inova consegue sair de uma mesmice ou servir um ‘arroz com feijão’ com outro sabor. Quando leio diversas páginas sobre um mesmo assunto, de Autores Espirituais diversos e eles conseguem imprimir a sua maneira de expô-los, certamente eles estarão inovando.407660_devushka_ptica_pole_svoboda_montazh_1680x1050_(www.GdeFon.ru)

4. Sendo a liberdade algo contagiante, é muito justo e verdadeiro que ela seja compartilhada: Se o Espírito é progressista, adora mudanças e ainda consegue imprimir um toque de gênio em suas inovações, certamente ele desejará partilhar tudo isso, pois sua alma nobre já conseguiu se desvencilhar o bastante do egoísmo que pertencia ao seu homem velho, estático, conservador e comodista.

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Autor da vida, meu Pai me oferece por acréscimo a liberdade. E ao encontrar a chave que a Onipotência houvera ‘escondido’ em meu coração, percebo ser uma chave tetra a me exigir progresso, mudança, inovação e partilha para abrir a porta à verdadeira liberdade.

A maioria das imagens relacionadas à liberdade proporciona uma sensação de leveza, paz, alegria, descontração, despreocupação, desprendimento, singeleza, simplicidade… Por que seria?

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Liberdade, pag. 79 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Verão de 2013).

Reza a lenda que um vivente desencarnou e, de imediato, foi levado por recepcionistas para inteirar-se do céu e do inferno. Chegados ao inferno, o recém desencarnado percebeu que no local havia um grande caldeirão de sopa e que cada um dos convivas tinha em mãos uma colher de cabo muito grande, impossibilitando-os de se alimentarem. No céu, encontraram o mesmo caldeirão e com as mesmas colheres… de cabos também grandes; entretanto, todos ali estavam saciados. Questionados os guias, estes responderam que todos estavam alimentados porque uns davam a sopa na boca dos outros…

Sabe aquele camarada ligadão? O ligadão está sempre atento a tudo o que acontece na tua rua – em nosso Balneário temos alguns! -; se a tampa de tua caixa d’água voa, ele se apercebe; se ele, de carro, está indo até a rodoviária com sol escaldante ou minuano intenso e te encontra à pé ele te carrega; se o vizinho tosse ele acha que é pneumonia, sobe no muro e questiona; se teu cusco fugiu ele te ajuda a correr atrás; se a perna de teu guardador inchou, não sarou, ele vê… O sujeito atinado não realiza essas façanhas porque deseje dissecar – analisar – a tua vida; o faz porque é uma pessoa de bem.  O camarada ligadão, portanto, é atinado, é sensível, é solidário.

Não consigo conceber progresso sem solidariedade. Assim como não há progresso sem vicissitudes, estas somente serão superadas, em detrimento do progresso, com a solidariedade alheia.

A resposta à questão 740 de O livro dos Espíritos me orienta que “Os flagelos… oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo…”

 Negritos por minha conta e de propósito, desejo aqui transcrever alguns pensamentos sobre solidariedade que poderão sanear flagelos, auxiliar no progresso, indo de encontro justamente à abnegação, desinteresse e amor ao próximo:

  • Se, em minha comunidade, eu servir para resolver o problema dos outros, os meus estarão resolvidos;
  • Considerando-me interesseiro, minha solidariedade na atual comunidade me retribuirá solidários amigos na próxima;
  • Uma idéia relegada, desprezada – uma só! – poderá ser uma solução adiada;
  • Quem sabe, meus dois reais poderão ser como a tartaruga: Lentos em terra e na minha mão, mas ágeis na água ou na mão de um necessitado;
  • Dar-me-ei por satisfeito se, mesmo não podendo resolver meus próprios problemas, colaborar na solução de algum de minha comunidade; e
  • “Não só de pão vive o homem”; não só de recursos devo entender a solidariedade.

Pois é, meus amigos, o que seria do progresso sem a solidariedade? Pense nisso!

(Verão de 2011/12).

Tem o homem o poder de paralisar a marcha do progresso? “Não, mas tem às vezes o de embaraçá-la.”

Trata-se, aqui, da questão 781 de O Livro dos Espíritos. Mas o que teria a ver a P-55 com a presente questão, aliás, muito lacônica e incisiva; diria até, numa linguagem mais chula: Curta e grossa?

Pois bem vou lhes explicar direitinho a minha linha de raciocínio: Numa operação exemplar, deu entrada hoje, precisamente às 11:00 AM, a tão esperada P-55, que irá gerar, entre diretos e indiretos, milhares de empregos; multipliquemos isso por 3 ou 4 e haverá um número expressivo de bocas alimentadas. A manhã estava divina; não

tinha visto, ainda, neste veraneio um dia tão lindo. Pensei comigo: Os caras são cobrões; estudaram para isso! Registrei o que pude nas limitações de minha câmera e outro tanto nas retinas. Na verdade eu estava ali, nos molhes da Barra, virado num perfeito bairrista e extasiado com tanto progresso, tanta tecnologia e mais: Antevendo minha querida cidade salvando a pátria da metade sul do Estado.

Trabalho feito, voltei às pressas para casa para tentar ver imagens na TV da operação gigantesca que havia presenciado… Mas qual o que! A mídia do centro do país – Canais abertos e pagos – só falava de um tal de transatlântico Costa Concórdia que havia naufragado na costa italiana fruto de uma barbeiragem de seu motorista. Notícia daquelas

requentadas de interesses escusos e sensacionalistas de emissoras inescrupulosas. Não estou aqui me referindo à agonia dos ricos familiares dos 16 gaúchos que estavam no cruzeiro, até porque, rico também se agonia!

Refiro-me, sim, justamente ao termo “embaraçar” que sabiamente os Espíritos usaram na resposta em questão. Socorrendo-me de Dom Aurélio, percebi que embaraçar significa estorvar, pôr impedimento… Aí, meus amigos eu matei a charada! Quem se omite, também estorva, põe impedimento. A metade sul e mais precisamente a nossa região precisa de gente que, se não ajudar, ao menos não estorve.

Se a operação foi fantástica, se os ventos e a maré ajudaram, se o dia era apropriado, quem foi impróprio e não ajudou em nada – só estorvou veiculando notícias requentadas –, foi a mídia do centro do País.

Fotos: 1. Entrada na ‘boca’ da Barra; 2. Muito povo e carros; 3. O estaleiro ‘preparado’; e 4. A P-55.

(Dia lindo e ‘promissor’ – Verão de 2011/12).