Temporal, atemporal…

“É preciso olhar o mundo com olhar de vaqueano: Ser gaúcho é mais profundo que ser campeiro ou urbano. (…). O pago não se divide entre o campo e o concreto; na querência onde se vive o mesmo céu cobre o teto. A querência nos habita; viaja junto com a gente…” (Cancioneiro gaúcho. Desconheço autor e […]