Qual comida?

“Dai-lhes vós de comer…” (Jesus, em Mateus 6:37). “No ensinamento inesquecível, a fome era do corpo, mas, ainda e sempre, vemos a multidão carente de amparo, da luz, da harmonia, vergastada pela discórdia e incompreensão.” (Emmanuel). * * * Matriculados na Escola Cristã, deparamo-nos, comumente, com famintos de toda ordem: Como estamos em período literalmente escolar, com os […]

Individualidade das almas

É possível que três irmãos, nascidos de um ‘mesmo ninho’ apresentem comportamentos diferentes na questão razão/sentimento: o primeiro será só razão; o segundo só sentimento; e o terceiro equilibrará esta sagrada parceria. Impossível, também, raciocinarmos com “metades eternas”, já que somos Espíritos não fracionados: quando nos referimos à nossa alma gêmea (admissível, segundo Emmanuel), reportamo-nos […]

Razões do coração

“O coração tem razões que a própria razão desconhece”, diria Blaise Pascal (França, 1623–1662), matemático, físico, filósofo, teólogo, pré-iluminista. “Em favor do êxito desejável na missão de amor a que nos propomos, em companhia do Cristo, antes de tudo é indispensável preservar o coração.” (Emmanuel). * * * Embora razão e sentimento sejam parceiros, a experiência nos […]

A devoção do “Iesus Nazarenus Rex Iudaeorum”

Reportando-nos ao termo devoto, pressupomos indivíduo totalmente introspecto e recolhido ao mais completo colóquio com sua divindade… Não é este tipo de devoção que desejamos abordar: Emmanuel nos assevera que um trabalhador poderá demonstrar altas características de inteligência e habilidade, mas, se não possui devoção para com o serviço, será sempre um aparelho consciente de repetição. […]

Dogmáticos, adogmáticos…

Existiu uma época, que aos poucos foi ficando para trás, em que a igreja (de Roma) tinha necessidade de ingerência sobre os Estados. Seu poder de decisão sobre eles era elevado. Confundia-se Estado e igreja. O poder era paralelo… E o povo? Bem este era a massa manobrada por essa mesma igreja e o instrumento […]

Sentimento e raciocínio

De 1854, quando, pela primeira vez o professor Rivail ouviu falar em mesas girantes, passando por 1855 quando resolveu freqüentar reuniões com fenômenos espíritas a 1857 quando lançou a primeira versão de O Livro dos Espíritos, o tempo passou muito rápido para Allan Kardec – pseudônimo então adotado. Descrente a princípio, Kardec trazia da escola Pestalozzi o raciocínio. Aquele […]

Lava pés (considerações)

O episódio do lava pés é eminentemente apostólico/instrutivo. Em João 13, 8-9, tomando a iniciativa de lavar os pés dos seus, trava-se o diálogo entre Jesus e Pedro: – “Jamais me lavarás os pés!…” – “Se eu não os lavar, não terás parte comigo.” – “Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e […]

Sanidade ou insanidade?

A doutrina espírita, com seus postulados e esclarecimento livre, é sanidade; insanidade é o nosso personalismo, a prevalência de nossas opiniões pequeninas. A exemplo dos primeiros cristãos, o desprendimento é sanidade; cobrarmos a moeda da adoração, reconhecimento e bajulações é insanidade. ‘Os cristãos tinham tudo em comum; dividiam seus bens com alegria’: espiritismo solidário é sanidade; dogmatizar, cabrestear ou sobrepor a rigidez doutrinária à fraternidade é […]

“Óleo do coração”

“A chama da cabeça não derrama a luz da felicidade sem o óleo do coração” (Emmanuel). * * * No uso excessivo da razão – ou de suas razões – o homem “amontoou calamidades sobre a sua cabeça”. Por abandonar o sentimento, lambuzar-se mais em seu raciocínio e desconsiderar o combustível do coração cometeu o grave desengano de […]