Posts Tagged ‘Reforma’

261_imgBem antes do micro ondas, fervíamos leite em leiteiras, nos distraíamos, ele ‘subia’ e dele perdíamos parte. Além de sujar o fogão, lamentávamos a parte derramada, não considerando a maior parte que restara dentro da leiteira. ‘Chorávamos’, pois, o leite derramado…

Paulo, dirigindo-se à comunidade de Filipos (Nordeste da Grécia antiga), dizia-lhes: “Não pretendo dizer que (…) cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho para conquistá-la. (…) Consciente de não tê-la ainda conquistado, só procuro isto: [renunciando o] passado e atirando-me ao que resta para a frente. (…) Seja qual for o grau que chegamos, o que importa é prosseguir decididamente.” (Filipenses, III, 12, 13 e 16).

* * *

Entre a analogia profana e a citação do sagrado, podemos tirar alguns ensinamentos:

Naturalmente, ficamos a remoer fatos desagradáveis já acontecidos nas nossas diversas frentes de trabalho. Engessamos, com isso, tarefas importantes.

Por não conseguirmos exumar tais fatos, ou por ficarem eles insepultos, não nos permitimos a avanços.

Maneamo-nos, pois, perante desastres espirituais, perdas, incompreensões, calúnias, deserções, escândalos, enredos… episódios esses que, ficando no passado, solucionados ou não, impedem nossos avanços na seara do Mestre.

* * *

Retornando às nossas analogias supramencionadas, nos perguntamos:

– E se Paulo de Tarso, considerando-se indigno do Cristo, ou por se julgar abandonado, perseguido… houvesse abortado sua causa apostólica? E

– Se a cada cota de leite derramado não aproveitássemos o não derramado?

Pensemos nisso, confrades!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 50 Avancemos, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2016).

mulher-mantra-malhaca-600 (1)Carl Gustav Jung (1875-1961), Suíço, psicoterapeuta analítico, disse que “tudo o que irrita-nos nos outros pode nos levar a uma compreensão sobre nós mesmos.” Entendemos a máxima como os indivíduos sendo espelhos nos quais nos olhamos e compreendemos em seus equívocos, os equívocos que possuímos.

Emmanuel nos orientará que o homem, com as cores que usa por dentro, julga os aspectos de fora. Pelo que sente, examina os sentimentos alheios. Ainda, cada Espírito observa o caminho ou o caminheiro, segundo a visão clara ou escura que dispõe.

* * *

Como não retiramos coisas ruins de nosso coração bom, ou vice versa, na observação, julgamentos, críticas, agiremos da mesma forma: poderemos observar tudo em ‘preto e branco’, embaçado, ofuscado, mais ou menos, conforme a má disposição que ainda tenhamos em nosso coração.

Tal pré-disposição – que pode ser temporária, conforme a índole de nossos ‘acompanhantes’ – nos permitirá acordarmos formulando os melhores conceitos da vida, do semelhante, das coisas ou atribuindo-lhes as piores concepções.

A Natureza sempre nos dará os melhores recados sobre o assunto: A tempestade será saneadora; o vento renovador; a nascente filtrante; o lamaçal fertilizará… por que a adversidade não pode ser nossa educadora?

Quando não estivermos muito bem, azedos, amargurados, furtemo-nos de formular conceitos a respeito dos semelhantes, situações ou coisas. Primeiro equilibremos nossa vista, para logo após formulá-los. Caso contrário, nunca será prudente o nosso julgamento.

* * *

“Nada é puro para os contaminados e infiéis” diria o Apóstolo dos Gentios a seu amigo São Tito, listado como um dos Setenta Discípulos do primeiro século d.C. (Tito, 1: 15).

Nossos atos refletem, tais quais espelhos, nosso estado mais íntimo.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 34 Guardemos o cuidado, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2016).

136200792“… Toda correção no presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.” (Paulo aos Hebreus, 12: 11).

Que Deus é sábio não temos a menor dúvida: A questão número 1 de O Livro dos Espíritos nos responde que “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.” Mas a pergunta de Kardec também é proposital: Perguntaria ‘que’ é Deus e não ‘quem’ é Deus, pois quem poderia enquadrar Deus como algo comparável; e nossa Divindade é ‘incomparável’…

* * *

Pois esse Deus, em sua sapiência, atrelada a todos os demais atributos – gosto de salientá-Lo como Onipotente e Soberanamente Justo e bom – estabelece para os seres e coisas por Ele criados exercícios corretivos:

O rio não se considera perfeito ao ser nascente: precisará antes contornar obstáculos; lançar-se em quedas audaciosas; e finalmente prestes a chegar ao grande mar perceberá toda sua majestade. Dá-se conta que todas as suas peripécias só fizeram fortalecê-lo.

A árvore sabe que para o seu crescimento precisará de esteios que a deixem ereta. Enfrentará podas a cada ciclo antes da produção, mas ao colocar novas folhas, galhos e flores se achará pronta para o fruto. Tudo resultado das correções recebidas.

E a terra para produzir? Será arada, gradeada, adubada e regada para que propícia produza todos os frutos, hortaliças e sementes necessárias ao abastecimento do homem. Consola-se, pois bruta nada produziria…

E os pássaros que nos avisam que os frutos estão prontos! Não serão os figos bicados, os mais prontos, mais doces, e os mais saborosos? Foi a Mãe Natureza, através dos seres menores da criação quem nos avisou!

* * *

O homem não escapa a tais correções: não serão as coisas fáceis que o tornará forte, mas todos os exercícios corretivos que, por força ainda de seus próprios equívocos o fará se emendar e crescer.

De onde lhe vem a experiência, o conhecimento e a compreensão da justiça, senão de todos os exercícios corretivos que o nosso Deus, lhe impõe? Aquele da questão número 1, a “inteligência suprema!”

(Sintonia: Fonte viva, Cap. Aceita a correção, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Cassino; verão de 2016).

reecarna_o_vida_ap_s_a_morte (1)A fraternidade promove a regeneração ou através da regeneração chegamos à fraternidade? Ambas as questões são legítimas, pois os termos possuem um envolvimento; são dependentes. Convém, entretanto que analisemos dois dos sentidos ou definições de regeneração:

Aurélio Buarque de Holanda Ferreira nos socorre, dizendo que: 3. Regeneração é a reformação moral (a fraternidade promovendo a Regeneração; aqui estágio Planetário) e 2. Regeneração é o restabelecimento do que estava destruído (regeneração como emenda, correção)…

* * *

Não tenhamos dúvidas que a fraternidade regenera ou, elevando o tom da afirmação: Somente nos regeneraremos através da fraternidade como cooperativa.

O melhor ‘teatro de operações’ (TO) para batalharmos pela fraternidade, ainda é o Planeta Terra, na condição de reencarnados. Diríamos que em tal situação estaremos ‘equipados’ com todas as armas para vencermos batalhas contra nosso eu.

Todavia a visão que os indivíduos possuem da reencarnação no Orbe Terra, sempre será pelo prisma de seu coração:

Se, para alguns, a Terra for rude penitenciária cheia de gemidos e aflições, será muito provável que tais indivíduos não combatam, ainda, o ‘bom combate’ na direção da fraternidade, pois estarão, dia após dia, sob sugestões negativas e aprisionados a pesadas lamentações.

Se outros a vêem como processo sublime de aprendizado fraternal a estarão aproveitando como oportunidade redentora, opostamente, fazendo uso de todas as iluminações positivas.

Mais que influenciados, somos dirigidos por entidades de nossa escolha; e nosso ângulo de visão, mais obtuso ou mais alongado é quem determinará tais escolhas.

Há, pois, duas formas distintas de encararmos nossa estadia nos ‘campos de batalha terrestres’: A primeira de onde já sairemos ‘condecorados’ e aptos a Planetas melhores – Regenerados. A segunda onde o retorno aos campos de batalha se fará necessário até que saiamos vitoriosos…

… E a vitória, neste caso, será o triunfo da fraternidade sobre nosso próprio eu.

* * *

A vitória final será o triunfo sobre os nossos próprios porquês; ou nossas próprias causas que nos trouxeram a este campo de batalha.

Reencarnação: Oportunidade de equação de nossos próprios porquês!…

(Sintonia: questão 347 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Primavera de 2015).

5826_us_olympic_weightlifting_trialsAtletas, tribunos, poetas, pintores, para se verem premiados durante suas vidas, treinam duro, exercitam suas vozes, esteticizam seus versos e rimas, repetem seus traços e cores. Nenhum treinador lhes adiantará se suas vontades não forem férreas…

* * *

Nas questões da reforma íntima, o grande diferencial será a persistência, o sagrado e humilde recomeçar, a não deserção de propósitos; perante nosso coxear espiritual, recomeçarmos sempre! Também neste treinamento íntimo, a par do auxílio de nossos Personal Trainers Espirituais, nossa vontade fará a diferença:

  • Obstáculos da impulsividade requererão luta constante se, por conta de nosso caráter, trouxermos o flagelo da cólera;
  • Neste milênio a meta da Regeneração passa pela fraternidade; esta virtude é impossível sem trocarmos a sedentária maledicência pelo treinamento do respeito;
  • Equilíbrio requer realinhar-nos à Lei – chamamos isso de ‘realeinhamento’;
  • Abnegação não significa desejo de doar-se, mas ação; a palavra fala por si;
  • A obra é o halterofilismo da fé; é aquela que treina os músculos desta! e
  • Humildade e paciência como todos os treinamentos, requerem repetição.

* * *

Existem campeonatos ocultos sem qualquer aplauso do mundo, embora atenciosamente [assistidos pela] Esfera Espiritual. Os louros advindos de treinamentos íntimos refletem as pequenas vitórias de nossa alma no entrevero da Academia Terrestre. Aliás, na fachada dessa Academia está escrita a máxima “Buscai e achareis.”

(Sintonia: Cap. Campeonatos, pg. 214, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Verão de 2015).

Conta o livro do Gênesis (2, 16 e 17), de uma forma muito fantasiosa, que o Pai Eterno colocou nossos ‘primeiros pais’ num paraíso de delícias, onde havia a árvore da ciência do bem e do mal; proibiu que lhe provassem os frutos e caso isso acontecesse, ‘morreriam’. O devaneio do livro não é quanto ao bem/mal, mas quanto ao tolhimento da liberdade…

Na questão número 120 de O Livro dos Espíritos Kardec me clarifica que, não precisaria o homem “passar pela fieira do mal para alcançar o bem, mas pela da [santa…] ignorância”. Ou seja, criado simples e ignorante, ‘mas’ possuidor da centelha de Deus, portanto ‘liberto’, tal qual He-Man possuindo o poder de ‘Grayskull’, me arvorei a bradar em alto e bom tom: “Eu tenho a força”!

Mas à proporção que me sentia com força – ou herdeiro dela –, me apercebia também falível… E aí estava estabelecido o paradoxo – contradição – que eu precisaria decifrar; quem sabe a luta de He-Man contra esqueleto ou a ‘coragem’ de ‘Adão e Eva’ me ajudariam. Usar minha liberdade e transformar meus instintos em pensamentos, idéias, sentimentos… A ‘fieira’ de Kardec significa ‘experiências’, e quantas já não passei, passo e passarei nesse meu roteiro constante?

Tomando uma em cada mão, dei de rédeas na liberdade e em meu germe perfectível, e nunca ignorando minha falibilidade atravessei milênios – e ainda o faço -, tentando reverter a ignorância para ciência, minha insensatez para acertos e desassossegos para equilíbrio.

Os ‘esqueletos’ estão por aí… Preciso “recorrer à sabedoria de iluminados que vivem em [minha] época, que vieram antes de [mim, mas e, sobretudo], tomar posse da força espiritual que há em [meu] interior”.

Preciso ter a força!

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Falibilidade, pg. 89 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; muito frio!)

Quando optei, através de concurso público, permanecer no Exército Brasileiro – ‘fazer carreira’ -, sabia que tinha pela frente dois caminhos distintos:

1. Levar o estudo de maneira ‘flauteada’ ou

2. Encará-lo de frente, com empenho, determinação e vontade…

Optei pelo segundo. Através de renúncias, ‘focado’ e com vontade de ferro atirei-me no estudo. Namorava pouco – era noivo de ‘minha velhinha’-; dava-lhe uma olhadinha, ia para casa e… cama. Às quatro da ‘madruga’ me levantava e mergulhava nos cadernos. Fiz concurso em âmbito regional – PR, SC e RS – e fui aprovado nos primeiros lugares.

“A reunião de todas as nossas ansiedades não poderá alterar nosso destino; somente nosso empenho, determinação e vontade no momento presente é que poderá transformá-lo – o destino – para melhor” (Hammed, As dores da Alma).

Quando aqui mesmo escrevi Destino, não! Acordo reencarnatório, isto não é absoluto. A despeito do acordo que um dia fiz antes de reencarnar, eu tenho sim a chance de mudar o rumo do meu destino. Se a oportunidade existe na esfera intelectual por que não existirá na moral?

Com empenho, determinação e vontade – e o momento é agora! – poderei transformar meu destino para melhor; basta eu me aplicar nesse concurso público!

(Fotos: 1. Recruta no então 9º RI, maio de 1969, magrinho! 2. Subtenente e encarregado de material, em 1993 no atual 9º B I Mtz, Pelotas-RS) 

(Subsídios e sintonia são do capítulo Ansiedade – pg. 149 – de As dores da alma, de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).

Aprendi – através da dor, é lógico! -, que minha solidão poderá ser necessária ou patológica… Para melhor compreensão, utilizo-me de algumas alegorias próprias de meus costumes e habitat. As considerações em negrito se referem à patológica; as demais à solidão saudável:

  • Num dia chuvoso – sabe aquela chuva necessária?! – é lógico que não irei à praia. Aprazer-me-á ficar em casa acomodando coisas, por exemplo. Farei um descarte em minhas prateleiras, jogando fora o que me incomoda e preservando com o que me é útil. Conferirei os escaninhos de minha alma verificando as ‘mensagens’ que a vida tenta me enviar; tentarei sacudir cinzas de coivaras que teimam em tisnar as coisas que me tem serventia.
  • Se o dia estiver ensolarado e quente, desejarei estar na praia numa roda de amigos. Precisarei, entretanto, tomar certos cuidados, pois qual o amigo que desejará estar se relacionando com pessoas possessivas, donas da verdade, desrespeitosas. Amigos certamente deixarão na solidão uma pessoa assim.
  • Se estiver mateando solito, e estando em boa sintonia, certamente não estarei mateando solito… ‘Alguém’ mateará comigo. Haverá uma efervescência de idéias, intuições aportunizadas pela meditação, enfim, quase uma contemplação monástica.
  • Se, por outro lado, estiver mateando em uma roda de amigos, ou no círculo familiar e adotar atitudes perfeccionistas ou nela imprimir minhas teimosias e manias… Acabarei novamente solito, pois a reunião se esvairá e novamente ficarei solitário… Morbidamente solitário!

Mas o que têm a ver chuva, sol, praia, roda de chimarrão… com solidão? Na ‘real’, nada; interpretadas as alegorias, tudo!

(Subsídios, recursos e sintonia são de As dores da alma, de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).

“Não se colhem figos nos espinheiros, nem cachos de uvas dos abrolhos.” Estava eu cuidado justamente de uma pequena figueira que tenho em casa, já carregada com uns 50 figos e também provando as primeiras uvas de minha parreira doméstica – que tenho mais para sombra – e me veio à cabeça esta mensagem de Jesus e que nos foi catalogada por Dr. Lucas no cap. VI, v. 44.

Jesus tinha verdadeira predileção pelas metáforas, uma linguagem necessária à sua época e útil ainda hoje, visto que falava e fala ainda para almas e corações por vezes cobertos por abrolhos ou espinheiros.

Como, pois, extrair de meu coração palavras adequadas se nele eu deixar crescer esse tipo de ervas? Como exalarei o hálito de doces palavras como figos e uvas se ainda não saquei as ervas do pomar que existe dentro de minha alma? Quem tipo de palavras desejarei lançar ao meu público seja ele do tamanho que for se ainda não promovi aquela faxina na quinta do meu coração.

Optando pelos espinheiros e pelos abrolhos que oprimem meu peito, minhas palavras serão escuras e pouco ou nada acrescentarão na vida de meus interlocutores.

Mas se me decidir pelos gostosos figos e uvas maduras minhas palavras serão coloridas, clareadoras e confortadoras; serão luzes na vida daqueles que me cercam!

Minhas palavras, portanto, poderão ser tais quais figos e uvas gostosas ou espinheiros e abrolhos. Tudo dependerá do reparo que venho promovendo em meu peito.

(Verão de 2011/12 – Esta pequena crônica realiza um ‘ensaio’ para a exposição de 16 Jan).

Estreou – e reestréia todo ano – recentemente, na emissora de televisão mais tradicional do País, o programa que vai ao ar todos os anos e que aqui me furto de citar o nome em respeito aos meus queridos leitores de bem; também como reverência e consideração aos queridos ‘facers’ que generosamente acompanham meus links por aquela útil página de relacionamento.

Estou meus amigos, há léguas de ser uma pessoa moralizada, embora a persiga todos os dias, mas não me conformo com a desfaçatez de pessoas ditas literatos ou empresários de sucesso, apresentadores ou cronistas sérios que se prestam ao papel de colocar no ar – e dizem eles uma nave que trafega bem alto – libertinagens, bebedeiras, rusgas, falsidades…

Mas o que me dói mais, é que minha ‘secretária’ – e querida amiga – trabalha duro vários dias na semana para angariar seu salário mínimo. Me dói ver o ambulante de minha praia agüentar um dia de sol para ‘tentar’ vender o seu produto – milho, redes, bebidas, chapéus, óculos, quinquilharias… – muitas vezes sem sucesso. É evidente que não me aflige vê-lo trabalhar: Somente fico fazendo comparações salariais.

Convido-os todos a me ajudarem a repudiar tais bandalheiras; um pouquinho por dia, um ‘copinho d’água’, como dizia um dia destes uma anônima amiga ‘facebookiana’; uma gotinha só no incêndio; quem sabe o óleo do samaritano colocado na ferida do infeliz…

Utilizo-me, aqui, queridos, de um termo bem gauchesco: Vamos, quem sabe, erguer entre nós, uma ‘Baita’ Bandeira Branca, tentando sinalizar, quem sabe, uma nave mais adequada.

Um ‘baita’ abraço!

(Verão de 2011/12).