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“Em todos os tempos vemos o trabalho dos legítimos missionários prejudicado pela ignorância que estabelece espantalhos para a massa popular.” (Emmanuel).

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O Mestre, “subido ao monte”, sobre a barca ou à margem do lago, era o Missionário. Os que o conspurcavam e experimentavam, espantalhos.

Sábias inteligências, políticos, condutores (tiranizados), juízes, administradores, os ‘missionários do povo’, se comportam como espantalhos.

Jesus, molde, fôrma, “guia e modelo” é o Missionário. Ídolos modernos, explícitos ou disfarçados; ditaduras de comportamentos e moda são espantalhos.

Quem gasta energias em educação de verdade é missionário; quem acha que educação é de ordem política é espantalho.

Quem ajuda o povo a pensar, a crescer e a se aprimorar, é missionário. Quem o manipula, perturba e engabela é espantalho.

Quem estabelece o círculo vicioso do bem, do benefício e da elevação, é missionário. Acólitos do “quanto pior, melhor” são espantalhos.

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Missionários, adeptos da Regra de Ouro constroem a felicidade real e indiscutível. Para espantalhos, ética da reciprocidade não lhes referenda o ego.

Para missionários “Pai nosso” e família Universal é coletivo: na linguagem individual dos espantalhos isso é utopia!

Então… Missionários ou espantalhos? Iluminação ou ignorância?

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 104, Diante da multidão; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“Todos buscam o que é seu e não o que é do Cristo Jesus.” (Filipenses, 2:21).

“… Estudamos com o Cristo a ciência de ligação com o Pai, mas ainda nos achamos muito distantes da comunhão com os interesses divinos.” (Emmanuel).

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Cristo, Senhor da visão; Curador! Nós continuamos com cegueira crônica.

Cristo, habitualmente despojado. Nós, individualmente caprichosos; narcisistas contumazes.

Cristo, paixão pelos governados. Apropriamo-nos e idolatramos até o que não é nosso, como o sucesso de próximos.

Cristo disse vir para doentes. Só nos comprazemos junto aos sadios.

Cristo solicitava estar com os diferentes. ‘Anormais’ parecem-nos estranhos.

Cristo cercou-se de colaboradores de toda a sorte. Nós somos seletivos.

Ele inaugurou, prezou e difundiu a Regra de Ouro. Interessa-nos seja feita a ‘nossa’ vontade.

Cristo via necessitados do corpo e do Espírito. Achamos ‘curiosas’ as necessidades materiais e as do Espírito chamamos loucura.

Ele é inteiro virtudes. As nossas – poucas – estão cercadas de vícios lamentáveis.

Cristo perdoou até seus algozes. Nós nem os que nos beneficiam.

Cristo humilhou-se sempre. Exaltamo-nos contumazmente.

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Cristo é Ponte; e nós paredões. Felizmente a história tem mostrado pontes duradouras e muros que se têm rompido. Volta e meia, cai um!…

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 101, A cortina do “eu”; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).