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Agora também estendidos aos comentários, “Curtir, Amei, Haha, Uau, Triste e Grr”, os botões de reação do Facebook, não se apresentam como totalmente ideais (pelo menos Cristãos). Não poderia ser diferente, pois nada, neste Planeta ainda imperfeito se nos apresentará como perfeito:

  1. Curtir – É a reação mais utilizada (Acreditamos que acima de 90%): quando desejamos ser simpáticos a alguém que afirmamos gostar, mesmo que não leiamos o texto ou não gostemos muito da imagem, nós o utilizamos. Uma ‘meia hipocrisia!’
  2. Amei – É o mais Cristão: é reação, literalmente, do coração. Prende-se muito a laços fortes de amizade; conhecemos e identificamo-nos com o postante e, na maioria das vezes, apreciamos, realmente o assunto veiculado.
  3. Haha – Às vezes parece deboche, pois postamos algo muito sério e lá vem um engraçadinho e o aplica…
  4. Uau – Idem ao terceiro… Quando deveria ser, na realidade, uma admiração por algo inusitado.
  5. Triste – Ninguém nos faz tristes: tristeza é um sentimento construído dentro de nós (ou deveria…). Mas, ainda imperfeitos, fatos tristes nos entristecem.
  6. Grr – Raiva não é a reação mais adequada. Como, nos dias atuais, possuímos motivos mil para tal, então estaríamos enraivecidos constantemente. Já teríamos desencarnado, pois raiva, ódio, indignação, matam!

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E assim vamos nos utilizando deste instrumento que, como dissemos, não é perfeito; mas que, no momento, se apresenta como recurso de entretenimento, relação, amizade e até, se o desejarmos – desde que envolva tolerância, respeito e serviço – poderá se formatar como amor…

(Outono de 2017).

alma-gemea-470x313É corrente a linguagem de homens e mulheres de nosso Planeta: ‘Se meu casamento nesta vida foi muito satisfatório, quando ficar viúvo/a não casarei novamente com receio de errar.’ Já ‘se minha união foi muito infeliz, não desejarei repeti-la…’

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Como já lhes dissemos, conviver e reviver com nossa alma gêmea, sempre será sagradas experiências ou exaustivos ensaios.

Vivermos um primeiro matrimônio com determinado cônjuge poderá não ser, necessariamente, experienciarmos com nossa alma gêmea. Esse sagrado treinamento ou parceria poderá estar no segundo, terceiro… consórcio, ou em nenhum, se nosso amado preferido estiver em plano diferente.

Enquanto que a convivência com a alma gêmea, em quaisquer vivências, será sempre laços sublimes”, laços temporários e válidos como provações ou expiações, serão todos os demais.

Emmanuel sintetiza-nos o assunto afirmando que a Terra ainda é uma escola de lutas regeneradoras ou expiatórias, onde o homem pode consorciar-se várias vezes, sem que a sua união matrimonial se efetue com a alma gêmea da sua, muitas vezes distante da esfera material. Até que se espiritualize para a compreensão desses laços sublimes, a criatura está submetida a tais experiências…

Dá-nos o Benfeitor a entender também que nossa alma gêmea, se de nós separada, por imposição do desencarne, ‘de lá’ faculta-nos a máxima dedicação de maneira que tiremos o máximo aproveitamento de experiências segundas, terceiras…

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Optarmos por segundas ou terceiras núpcias ou pela ‘viuvez celibatária’, não será o mais importante. Importa, sim, o saldo de merecimentos que reunirmos em tais experiências e que nos capacite, na hora oportuna, aconchegarmo-nos, novamente, no convívio de nossos amados.

(Sintonia com a questão 328 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2015).

cicatrizes-de-acneO tempo que dispomos em nossas revivências, retornos, idas e vindas… são iguais ao professor devotado ou cirurgião experiente que realizará plásticas em nossas cicatrizes; punçará quistos; soldará fraturas; extrairá miomas…

Poderemos até abortar compromissos firmados segundo a lei mutável dos homens, mas aqueles chancelados pela lei imutável de Deus, que representam nossas expiações ou provas, irão à cobrança; e os juros reclamados pela Lei, através do tempo e das revivências, serão altos!

Por que adiarmos o refazimento que a lógica está a nos ditar como necessário?

  • O companheiro ou companheira arbitrária de hoje é aquele ou aquela da qual escarnecemos ontem!
  • Insanos aos nossos cuidados hoje são os mesmos que negligenciamos no passado!
  • Os intransigentes que por ora nos cobram contas não serão os que ludibriamos outrora com falsos juramentos?
  • Os que nos tiranizam hoje não são os mesmos que em outras épocas incentivamos com despotismo e orgulho?

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Desertarmos por desertar de relações matrimoniais, paternais, filiais, afetivas… poderá até ser a alternativa mais fácil; mas não será a melhor!

(Sintonia: Cap. Uniões de prova, pg. 201, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Verão de 2015).