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“Se as provas te encarceram nas grades [sufocantes] do dever a cumprir, tem paciência e satisfaze as obrigações a que te enlaçaste!” (Emmanuel).

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Não estamos vivendo num Planeta desta categoria porque somos bonzinhos; muito menos porque o fomos em outras vivências… Muito pelo contrário!

Vivemos numa espécie de cárcere padrão, daqueles desejáveis em muitos Países de nosso pobre Orbe, onde precisamos trabalhar, servir e ressarcir. Melhor expressando-nos, “ressarcir-nos!”

Pegando carona na orientação de Emmanuel, damo-nos conta que os grilhões e grades de tal cárcere nos são impostas por nós próprios, ou materializados por nossa consciência quando reconhecemos os maus feitos pregressos; e que o constrangimento que tal circunstância nos impõe é necessário e faz farte de uma vergonha que sentimos e da vontade de não mais tê-la.

Há, então, um dever a cumprir, equívocos a serem consertados, visto havermos reprovado no ano anterior:

Melhor repetir esse ano com paciência ou repulsa?

Paciência, exercício diário, é o indicativo de que estamos determinados; a repulsa poderá nos convidar a ‘trepetir’ o ano escolar.

A paciência nos propõe entendermos os porquês de nos enlaçarmos em tantas teias; os equívocos pretéritos diversos.

Ninguém nos enlaçou em tais dificuldades: nós o fizemos!

E é este cárcere padrão, educandário, reformatório, escola… adequado para revermos nossas obrigações: mas tudo com paciência, resignação, entendimento; sem repulsa.

Que esse cárcere padrão nos seja benéfico!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 129 Guarda a paciência; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2018).