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640px-Martin_Luther_King_Jr_NYWTSNão temos notícias de que Jeremias, Isaias, Confúcio, Sócrates, Einstein… tenham ‘voltado’ nos últimos tempos. Refolheando o século que acaba de virar a página, percebemos que nem sempre a palavra da profecia poderá ser trazida pelas mesmas individualidades espirituais dos tempos idos; contudo, as poderosas organizações espirituais têm estado conosco, impulsando-nos a evolução em todos os sentidos.

Não seriam estes incentivadores, Espíritos como Nelson Mandela, Francisco Cândido Xavier, Madre Tereza de Calcutá, Martin Luther King Jr., Irmã Dulce e tantos outros…

  • … Cientistas, que em noites insones, no anonimato de suas pesquisas, alcançam resultados admiráveis no combate a vírus que nos surpreendem a toda hora?
  • Filósofos que estão a nos dizer coisas fantasticamente novas sobre velhos temas?
  • Literatos com romances, auto-ajuda, reflexões, enunciados, teses caprichosas?
  • Artistas das mais diversas áreas, deixando-nos boquiabertos?…

Suas privações e estorvos não se reportam mais a áridas regiões, gafanhotos e mel silvestre, mas às indiferenças, zombarias e ingratidões contemporâneas.

Tornar-nos profetas novos (“I have a dream”)*, passará pelo esforço em “termos um sonho” buscando sermos expressões de luz para o futuro da humanidade.

Sonhos altos; sonhos ‘bons’… tornam-nos profetas novos, independente de nossa maior ou menor evolução; exatamente dentro de nosso potencial sonhador!

(* Expressão utilizada no discurso de Martin Luther King Jr., Prêmio Nobel da Paz 1964. Sintonia: Questão 280 de O Consolador, pg. 191, de Emmanuel/Francisco Cândido Xavier, editora FEB, 29ª edição) – (Primavera de 2014).

Domino muito pouco a questão sonhos. No capítulo sub-mencionado, está claro que estes episódios oníricos – relativos a sonho – poderão ser de quatro ordens:

“Visão atual de coisas presentes ou ausentes; uma visão retrospectiva do passado; [excepcionalmente] um pressentimento do futuro; [e] freqüentemente, painéis alegóricos que os Espíritos fazem passar sob nossos olhos para nos dar úteis advertências e salutares conselhos”.

Negrito o último, pois se adéqua ao assunto: Sendo Deus Soberanamente Justo e Bom, entre os outros cinco atributos principais, Se utiliza, também, de meus sonhos para ‘contribuir’ com minha progressão. Sabendo o Pai Eterno que meu roteiro inicia com o erro, mas jamais terminará ao meu acerto, ou seja, sou destinado à perfeição, sonhos às vezes por mim julgados fantasiosos, poderão – e aí cabe a minha interpretação – estar me puxando as orelhas.

Acometido por um desses, e impossibilitado de interpretá-lo corretamente, minha posição deverá ser de humildade, de desconfiança em mim e de confiança na Vida Plena.

Se, por exemplo, ainda teimo em viver em meu ‘estado orgulhoso’ – ninguém o será para sempre… -, a Espiritualidade poderá me enviar recados amorosos através de uma imagem ‘aparentemente’ incompreensível. Haverá nele sempre entrelinhas, mas deverei fazer um esforço para tirar dele o maior aproveitamento possível para controlar ‘esse’ tipo de vício, pois, afinal…

…Poderá ser esse sonho, o meu Divino “conselheiro”!

(Sintonia e citações em itálico são do capítulo O simbolismo dos sonhos, pg. 73 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; já frio!)