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“Cada criatura recebeu determinado talento da Providência divina para servir no mundo e para receber do mundo o salário da elevação.” (Emmanuel).

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O Espírito encarnado, individualmente, é responsável por sua evolução, chamada aqui, por Emmanuel, de salário elevação.

Porque cooperar é diferente de interferir, somos chamados a, também, contribuir com a elevação dos outros.

Como somos brindados pela divina Providência com determinada quantidade de talentos (alguns 5, outros 2, outros 1 – Mateus, 25:14:30): somos convidados pelo Todo Poderoso, o Patrão do Cultivo, a frutificar tais talentos; e não a enterrá-los.

Frutificar nossos talentos significa servirmos no mundo; enterrá-los é sermos “mornos.” Não sendo “nem frios nem quentes” (Apocalipse de S. João, 3, 15 e 16), nos tornamos “mornos”, e com temor ao Patrão, enterramos nossas colaborações…

Desejarmos servir ou não, é de foro íntimo: de posse de uma teoria, nós desejaremos praticá-la ou não…

… E isso só diz respeito à consciência individual ou à chamada “liberdade de consciência”, que está intimamente relacionada com evolução ou salário elevação.

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Pedro era talentoso na arte da pesca; em guinada fantástica, o Mestre o convida a ser “pescador de almas.”

Em algumas vezes, Pedro irá se equivocar, durante o Ministério da Boa Nova; Pedro (Petrus) cometerá algumas “petruscadas.”

O Mestre, conhecedor de todas as fraquezas, não desiste de Pedro e, após sua estada por quarenta dias entre os seus, lhes enche com as energias de seu Santo Espírito…

… Inclusive a Pedro que começa a frutificar; como nunca, os seus talentos patrocinam a sua “redenção.”

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Evolução, “liberdade de consciência”, salário elevação… todos caminham juntos; e poderão tardar, mas não falhar!

Por que Pedro encontra Paz na própria “redenção?” Porque “a Paz legítima (segundo o próprio Emmanuel) resulta do equilíbrio entre os nossos desejos e os propósitos do Senhor, na posição em que nos encontramos.”

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 129 Guarda a paciência e 79 Sigamos a Paz; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2018).

“Se te propões cooperar com o Evangelho, não basta falar, aconselhar e informar. [Vai e exemplifica] para que os outros aprendam como é preciso fazer.” (Emmanuel).

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Quando o Mestre recomenda aos seus “ide e ensinai” (Mateus, 28:19-20), teria lhes proposto ação e instrução?

Sim! Mas iria além: pediria a eles (e hoje a nós) que numa proposição cinética (de ação, movimento), fizessem o que Ele fez.

“Fez”, um termo limitado. Exemplificou! Mostrou à sua posteridade como realizar.

E a exemplificação não foi pouca:

Assinalou quem eram seus prediletos.

Condenou, firme, as ineficácias.

Valorizou a Lei maior: a de Justiça, amor e caridade.

Veio, literalmente, encarnado e entreverou-se aos irmãos Judeus de todas as castas:

A alguns, escandalizou; a outros maravilhou.

Não “enviou” as lições nem os temas de casa; veio e subiu ao palco daquelas vidas.

Chamou-se divino Mestre porque oriundo do Pai; honrou-Lhe a procedência; e O testemunhou nas práticas.

Mas, e principalmente, aliviou os aflitos: cativou os corações…

… De Maria Madalena, Zaqueu, da prostituta, do centurião, de coxos, cegos, lunáticos, endemoniados (obsedados), da hemorroíssa (mulher que sangrava), da Cananéia…

… A todos estes atendeu na prática e não do púlpito de veneráveis templos.

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Não somos convidados a só aconselhar e informar; também a isso! Mas a irmos ao encontro dos mais precisados; de vulneráveis.

Que, num Mundo carente ainda de moral, exemplifiquemos; sejamos os multiplicadores de bons feitos; semeadores de gentilezas! Contagiemos!

Jesus foi gentil no seu século; o nosso assim nos pede; e os demais o exigirão!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 116 Ir e ensinar; 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2017).