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palavras_de_vida_eterna“Palavras… esquece aquelas que te incitam à inutilidade, aproveita quantas te mostram obrigações justas e te ensinam a engrandecer a existência, mas não [esqueças] as que te acordam para a luz e para o bem; elas podem penetrar o nosso coração, por meio de um amigo, de uma carta, de uma página ou de um livro, mas, no fundo, procedem sempre de Jesus…” (Emmanuel).

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Nestes dias de “comunicação de massa”, acordaremos não só ansiosos por notícias, mas como também escolheremos aquelas que desejaremos ouvir: teremos toda uma mídia (rádio, televisão, jornal…) à nossa disposição; poderemos ir direto à nossa página de relacionamento, e-mail. Em smartphones, tablets, tais opções se ampliarão e estarão na palma da mão; poderemos optar, também, pela leitura de nosso gosto.

Com todo esse leque alguém sempre estará se dirigindo a nós – e nós a alguém – com palavras úteis ou inúteis… A escolha final será sempre nossa:

  1. Frases respeitáveis trafegam nas nossas páginas; consolamos e somos consolados por amigos de nosso dia a dia ou pelos virtuais que não conhecemos – ou ‘conhecemos?’ Enviamos e recebemos sugestões para nossas equações difíceis; são-nos enviadas lições e as retribuímos, felicitações e as equivalemos; falamos e escrevemos a corações distantes ou de perto; reproduzimos imagens e máximas verdadeiras e amigos no-las retribuem; e ‘Encantados’ amigos não só nos oportunizarão o tráfego de notícias alvissareiras como desejarão “dirigir nossos atos.”
  2. Indivíduos publicarão, republicarão ou compartilharão inconveniências, sobre assuntos que não nos dizem respeito; mídias nos apresentarão discursos vazios, quando não impróprios; emissoras enaltecerão o mal, com prejuízo da divulgação do bem que sabemos existir por aí; outras farão muito barulho, estorvando-nos de ouvir cânticos, avisos, lições e belezas; e ‘amigos’ frustrados ou desapontados nos farão costado…

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O bom de tudo isso é que poderemos escolher como fez certa feita Simão Pedro quando se dirigiu ao Mestre e lhe disse: “Tu tens as palavras da vida eterna.” (João 6:68). Em sua simplicidade e franqueza, o filho de Jonas nos explicaria que as palavras verdadeiras procedem sempre de Jesus, o divino Amigo das criaturas, ou de quem O saiba ouvir, entender e bem representar.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 59 Palavras da vida eterna, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2016).

voz“Quando te desviares (…) para o terreno das lamentações e das acusações, quase sempre indébitas, reconsidera os teus passos espirituais e recorda que a nossa garganta deve ser consagrada ao bem [expressando assim] o verbo sublime do Senhor.” (Emmanuel).

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Situado à frente da laringe (ou caixa de voz), o laríngeo, nosso terceiro centro de forças (um dos xacras), é o verdadeiro ‘Centro de Comunicação’ que todos possuímos.

Na qualidade de Centro de Comunicação, higienizando e atuando sobre as expressões de nossa garganta, poderá se revelar como um “sepulcro caiado” ou, na melhor das hipóteses, como uma garganta consagrada, pois que alguém já disse: palavra é que nem bisturi; quando não salva, mata!

O laríngeo, a boca, a língua… são apenas órgãos comandados, pois as boas e más palavras; as que constroem ou destroem, têm origem no coração; e aqui vai uma expressão evangélica de peso: “A boca fala do que o coração está cheio”:

Todas as expressões personalistas; o exame dos defeitos ou pontos frágeis alheios; comentários maldosos; a exposição das ‘ulcerações’ dos outros; as palestras compridas e corrompidas; as queixas de tudo e de todos; a má fé, o desânimo e a desconfiança… são todos vômitos de um coração; são sepulcros abertos!

Contraditoriamente, todas as palavras de bom tom que pronunciamos; todas as ajudas, consolações ou ânimos orais; alavancas verbais de toda a sorte; toda oratória disposta e alinhada às máximas e procedimentos de Jesus, representarão as gargantas consagradas ao bem, expressando assim o verbo sublime do Senhor.

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Como anda nosso verbo: no dia a dia; nas horas difíceis; nos anúncios apostólicos; nas horas boas e de lazer? Interroguemo-nos!…

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 51 Sepulcros abertos, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2016).