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“Busquemos o equilíbrio com Jesus e fugiremos ao extremismo, escuro sinal da desarmonia ou da violência.” (Emmanuel).

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“Sim, sim! Não, não!” Sermos sinceros não significa sermos rudes. A mentira rouba-nos a confiança; deixa-nos à deriva do crédito: mesmo as pequenas, geram enormes conflitos!

Fariseus e Jesus eram personagens contraditórios; paradoxais! No entanto, o Mestre, o Divino contraditório, compreende e não anula a Lei do decálogo; mas passa a não tolerar as leis do humano Moisés. Convém entendermos que os sacerdotes (fariseus) eram remanescentes da época mosaica.

“Lázaro, vem para fora!” O tempo na carne é transitório: porém não deverá se extinguir antes do prazo; possivelmente não terá prorrogação!

“A César o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus!” Vivemos em Planeta com leis civis, que precisam ser observadas. Ideal seria que tais leis se aproximassem, ao máximo, das Leis Morais.

Bravatas labiaisSentenciado e crucificado, o Supliciado não esbraveja, pois tudo está num script previamente estabelecido pelo Pai…

… E assim o divino contraditório ia entendendo, explicando, exemplificando e separando o que era do Pai e o que era humano; mas sempre experienciando no tempo de sua encarnação.

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Não convinha, ao Mestre, extremismos ou desequilíbrios, visto que, se assim fosse, não nos ditaria nem harmonia, nem mansidão!…

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 134, Busquemos o equilíbrio, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2018).

Vemos muitas pessoas abandonando as páginas sociais (do Face, mais popular), alegando que nelas se contam muitas mentiras; que muito pouco se lhes aproveita.

Realmente, as mentiras na internet (chamadas “fakes”) são tantas e por se tornarem repetitivas, acabam se afirmando como verdades.

Dão-nos, então, duas escolhas: ou abandonamos nossos perfis, cedendo espaço às mentiras; ou (e o pior) digladiamo-nos por motivos políticos, religiosos, esportivos… e até por outras mesquinharias…

Mas, se há tantas pessoas contando mentiras, por ignorância ou má fé, por que não nos contrapormos contando verdades? Não será esta uma terceira opção, corajosa, verdadeira?

Mas quais verdades? Aquelas nas quais acreditamos?! E aí está uma faca de dois gumes: pois há gente acreditando (piamente!) no Saci Pererê, no coelhinho da Páscoa, na mula sem cabeça…

Acontece que as pessoas dessa terceira opção (justamente as mais sensatas, mas enojadas com tudo isso…), cheias de verdades importantes a publicar, estão “abandonando o barco…”

A essas pessoas, diríamos que convém permitir-nos ficarmos tristes, sim, (mas não enraivecidos) com a sujeirada toda: ou teríamos de ficar furiosos com nossas imperfeições particulares, também.

Não convém permitirmos que essa vilania toda (fakes, queerismo, extravagâncias em nome das artes, bizarrices, “desartes…”) roube-nos um espaço tão precioso (e gratuito) que poderíamos estar utilizando para elevação, apostolado, gentilezas, bom ânimo…

Surge, então, uma nova categoria de postadores em nossas ferramentas sociais: os “fakebookeanos!”

Vamos, então, contar verdades? E há muitas, por aí, a serem contadas! É só não “abandonarmos o barco!” Que abandonemos o barco é tudo o que os contadores de mentiras, ou “fakebookeanos” desejam!

(Primavera de 2017).

“Não te inquietes, nem te impressione a vitória aparente daqueles que cuidam de múltiplos interesses, com exceção dos que lhe dizem respeito.” (Emmanuel).

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Vitórias aparentes são mostradas diuturnamente pelas mídias: dos “melhores e mais eficientes produtos”; dos “maiores e mais bem ‘forjados’ heróis”; das “mais brilhantes (ou controvertidas e bizarras) ações…”

Experimentemos expor num dia uma publicação muito extravagante; noutro uma de auto-ajuda: qual das duas será mais curtida, comentada, compartilhada, aproveitada?…

No entanto, os Emissários do bem, dos bons costumes, da moral/cívica, nos advertirão: “Não te iludas! Não te inquietes! Não te impressiones!”

Acima de tudo nos convidarão: “perseverem” naquilo que acreditem ser justo, bom e direito!

Não nos referimos à realização do extraordinário (nem o somos!), mas àquilo que se enquadra ao nosso nível evolutivo.

Não somos convocados ao grandioso, mas ao que já ou ainda conseguimos realizar:

Onde o “já” se refere ao degrau; e “ainda” é o que dispomos dentro da limitação de nossas forças.

Isso se chama perseverança consciente e honesta: entendermos o limite exato entre nossas possibilidades e limitações.

Não fazermos o que não mais podemos; e realizarmos, com zelo, aquilo que nossa competência e forças ainda nos permitem.

Entendamos, finalmente, que possibilidade e limitações, nada têm a ver com perseverança, esforço; estes deverão ser constantes!

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Sendo claros na lição, construtores com segurança, não corruptores da arte; sublimando nosso lar e cuidando das almas que nos rodeiam…

… Não deveremos nada temer e vitórias e frutos que advirem dessa perseverança não serão aparentes, mas verdadeiros.

O grande desafio do perseverante no bem e na gentileza é reverter estatísticas; converter hegemonias; trocar o aparente pelo verdadeiro!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 115 Guardemos lealdade; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

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Agora também estendidos aos comentários, “Curtir, Amei, Haha, Uau, Triste e Grr”, os botões de reação do Facebook, não se apresentam como totalmente ideais (pelo menos Cristãos). Não poderia ser diferente, pois nada, neste Planeta ainda imperfeito se nos apresentará como perfeito:

  1. Curtir – É a reação mais utilizada (Acreditamos que acima de 90%): quando desejamos ser simpáticos a alguém que afirmamos gostar, mesmo que não leiamos o texto ou não gostemos muito da imagem, nós o utilizamos. Uma ‘meia hipocrisia!’
  2. Amei – É o mais Cristão: é reação, literalmente, do coração. Prende-se muito a laços fortes de amizade; conhecemos e identificamo-nos com o postante e, na maioria das vezes, apreciamos, realmente o assunto veiculado.
  3. Haha – Às vezes parece deboche, pois postamos algo muito sério e lá vem um engraçadinho e o aplica…
  4. Uau – Idem ao terceiro… Quando deveria ser, na realidade, uma admiração por algo inusitado.
  5. Triste – Ninguém nos faz tristes: tristeza é um sentimento construído dentro de nós (ou deveria…). Mas, ainda imperfeitos, fatos tristes nos entristecem.
  6. Grr – Raiva não é a reação mais adequada. Como, nos dias atuais, possuímos motivos mil para tal, então estaríamos enraivecidos constantemente. Já teríamos desencarnado, pois raiva, ódio, indignação, matam!

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E assim vamos nos utilizando deste instrumento que, como dissemos, não é perfeito; mas que, no momento, se apresenta como recurso de entretenimento, relação, amizade e até, se o desejarmos – desde que envolva tolerância, respeito e serviço – poderá se formatar como amor…

(Outono de 2017).


jesus_cristo_branco_e_preto (1)“… Agora mesmo esta mulher foi apanhada em adultério… Moisés mandou-nos que
[a] apedrejássemos. Que dizes tu a isso?” (João VIII, 4 e 5).

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Em época de relevante tecnologia, desejamos ter ao nosso dispor internet de alta velocidade; navegadores confiáveis; expressivos números de resultados; em fim, respostas apropriadas às nossas questões.

Embora devam conduzir-se lado a lado internet e livros, reconhecemos que as respostas da internet são rápidas: algumas confiáveis; outras nem tanto. E tudo o que desejamos são respostas. Mas que respostas nos são dadas? Enquanto a internet nos fornece ideias prontas, os livros nos ocasionam aprontar ideias.

Ao tempo do divino Rabi, quando a internet não existia e livros e escrita eram rudimentares, esse Sábio, muitas vezes questionado pela má fé dos que desejavam ridicularizá-lo, apresentava-se como:

  • O banco de dados mais completo e confiável;
  • O navegador mais oportuno, inspirado e incontestável;
  • O site de relacionamento mais fraterno, conveniente e serviçal;
  • Capaz de converter todos os questionamentos em respostas; e
  • Apesar de completo, confiável, oportuno, inspirado, fidedigno, fraterno, conveniente, incontestável, serviçal… inteiramente gratuito, e na contramão de todos os serviços terrenos de preços angustiosos, ontem e hoje.

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Problemas de solução difícil (…) convidam o discípulo a consultar sempre a sabedoria, o gesto e o exemplo do Mestre.

Jesus, o banco de dados mais completo, confiável, oportuno, conveniente e incontestável!

(Sintonia: Caminho verdade e vida, Cap. 43, Consultas, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2016).

“A verdade é uma tocha que brilha nas trevas, mas não as extingue”.

Se, continuamente, eu examinar o varal de minha vizinha e começar a perceber que suas roupas não estão muito limpas, minha vidraça poderá estar… Um pouco suja;

Se os defeitos de meus semelhantes começarem a ficar marcantes, é possível que as lentes de meus óculos… Estejam embaçadas;

Se abóboras se criam em baraços rasteiros e eu as desejar em laranjeiras, é bem possível que no dia em que eu sestear embaixo de uma e a fruta cair, meu nariz fique esborrachado…

Jesus e todos os Espíritos Superiores nunca desejaram reformar ninguém; tão simplesmente apontaram e apontam os melhores caminhos.

Se eu tiver a pretensão de ‘reformar’ alguém… Que seja a mim mesmo!

Por mais que me encante o murmúrio do mar, a frenética locomoção das dunas, o bailado das ondas… Por mais que me emocione o canto dos pássaros, o perfume das flores, o aroma dos frutos e a ‘ciclicidade’ das estações… Não devo ignorar que para muitas pessoas tudo isso poderá passar despercebido.

A verdade que é verdade para mim poderá ser meia verdade para o outro e até mentira para alguns…

As coisas que eu vejo e as coisas que outros vêem, terão exatamente o tamanho e a cor dos olhos de cada um.

O “nível de consciência” de cada um será sempre a ‘sua’ bússola e esta lhe indicará, sempre o rumo da verdade, da meia verdade e da mentira.

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Nível de consciência, pg. 49 de Conviver e melhorar de Francisco do Espírito Santo Neto/Lourdes Catherine, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).