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“Não te inquietes, nem te impressione a vitória aparente daqueles que cuidam de múltiplos interesses, com exceção dos que lhe dizem respeito.” (Emmanuel).

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Vitórias aparentes são mostradas diuturnamente pelas mídias: dos “melhores e mais eficientes produtos”; dos “maiores e mais bem ‘forjados’ heróis”; das “mais brilhantes (ou controvertidas e bizarras) ações…”

Experimentemos expor num dia uma publicação muito extravagante; noutro uma de auto-ajuda: qual das duas será mais curtida, comentada, compartilhada, aproveitada?…

No entanto, os Emissários do bem, dos bons costumes, da moral/cívica, nos advertirão: “Não te iludas! Não te inquietes! Não te impressiones!”

Acima de tudo nos convidarão: “perseverem” naquilo que acreditem ser justo, bom e direito!

Não nos referimos à realização do extraordinário (nem o somos!), mas àquilo que se enquadra ao nosso nível evolutivo.

Não somos convocados ao grandioso, mas ao que já ou ainda conseguimos realizar:

Onde o “já” se refere ao degrau; e “ainda” é o que dispomos dentro da limitação de nossas forças.

Isso se chama perseverança consciente e honesta: entendermos o limite exato entre nossas possibilidades e limitações.

Não fazermos o que não mais podemos; e realizarmos, com zelo, aquilo que nossa competência e forças ainda nos permitem.

Entendamos, finalmente, que possibilidade e limitações, nada têm a ver com perseverança, esforço; estes deverão ser constantes!

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Sendo claros na lição, construtores com segurança, não corruptores da arte; sublimando nosso lar e cuidando das almas que nos rodeiam…

… Não deveremos nada temer e vitórias e frutos que advirem dessa perseverança não serão aparentes, mas verdadeiros.

O grande desafio do perseverante no bem e na gentileza é reverter estatísticas; converter hegemonias; trocar o aparente pelo verdadeiro!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 115 Guardemos lealdade; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

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Agora também estendidos aos comentários, “Curtir, Amei, Haha, Uau, Triste e Grr”, os botões de reação do Facebook, não se apresentam como totalmente ideais (pelo menos Cristãos). Não poderia ser diferente, pois nada, neste Planeta ainda imperfeito se nos apresentará como perfeito:

  1. Curtir – É a reação mais utilizada (Acreditamos que acima de 90%): quando desejamos ser simpáticos a alguém que afirmamos gostar, mesmo que não leiamos o texto ou não gostemos muito da imagem, nós o utilizamos. Uma ‘meia hipocrisia!’
  2. Amei – É o mais Cristão: é reação, literalmente, do coração. Prende-se muito a laços fortes de amizade; conhecemos e identificamo-nos com o postante e, na maioria das vezes, apreciamos, realmente o assunto veiculado.
  3. Haha – Às vezes parece deboche, pois postamos algo muito sério e lá vem um engraçadinho e o aplica…
  4. Uau – Idem ao terceiro… Quando deveria ser, na realidade, uma admiração por algo inusitado.
  5. Triste – Ninguém nos faz tristes: tristeza é um sentimento construído dentro de nós (ou deveria…). Mas, ainda imperfeitos, fatos tristes nos entristecem.
  6. Grr – Raiva não é a reação mais adequada. Como, nos dias atuais, possuímos motivos mil para tal, então estaríamos enraivecidos constantemente. Já teríamos desencarnado, pois raiva, ódio, indignação, matam!

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E assim vamos nos utilizando deste instrumento que, como dissemos, não é perfeito; mas que, no momento, se apresenta como recurso de entretenimento, relação, amizade e até, se o desejarmos – desde que envolva tolerância, respeito e serviço – poderá se formatar como amor…

(Outono de 2017).


jesus_cristo_branco_e_preto (1)“… Agora mesmo esta mulher foi apanhada em adultério… Moisés mandou-nos que
[a] apedrejássemos. Que dizes tu a isso?” (João VIII, 4 e 5).

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Em época de relevante tecnologia, desejamos ter ao nosso dispor internet de alta velocidade; navegadores confiáveis; expressivos números de resultados; em fim, respostas apropriadas às nossas questões.

Embora devam conduzir-se lado a lado internet e livros, reconhecemos que as respostas da internet são rápidas: algumas confiáveis; outras nem tanto. E tudo o que desejamos são respostas. Mas que respostas nos são dadas? Enquanto a internet nos fornece ideias prontas, os livros nos ocasionam aprontar ideias.

Ao tempo do divino Rabi, quando a internet não existia e livros e escrita eram rudimentares, esse Sábio, muitas vezes questionado pela má fé dos que desejavam ridicularizá-lo, apresentava-se como:

  • O banco de dados mais completo e confiável;
  • O navegador mais oportuno, inspirado e incontestável;
  • O site de relacionamento mais fraterno, conveniente e serviçal;
  • Capaz de converter todos os questionamentos em respostas; e
  • Apesar de completo, confiável, oportuno, inspirado, fidedigno, fraterno, conveniente, incontestável, serviçal… inteiramente gratuito, e na contramão de todos os serviços terrenos de preços angustiosos, ontem e hoje.

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Problemas de solução difícil (…) convidam o discípulo a consultar sempre a sabedoria, o gesto e o exemplo do Mestre.

Jesus, o banco de dados mais completo, confiável, oportuno, conveniente e incontestável!

(Sintonia: Caminho verdade e vida, Cap. 43, Consultas, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2016).

“A verdade é uma tocha que brilha nas trevas, mas não as extingue”.

Se, continuamente, eu examinar o varal de minha vizinha e começar a perceber que suas roupas não estão muito limpas, minha vidraça poderá estar… Um pouco suja;

Se os defeitos de meus semelhantes começarem a ficar marcantes, é possível que as lentes de meus óculos… Estejam embaçadas;

Se abóboras se criam em baraços rasteiros e eu as desejar em laranjeiras, é bem possível que no dia em que eu sestear embaixo de uma e a fruta cair, meu nariz fique esborrachado…

Jesus e todos os Espíritos Superiores nunca desejaram reformar ninguém; tão simplesmente apontaram e apontam os melhores caminhos.

Se eu tiver a pretensão de ‘reformar’ alguém… Que seja a mim mesmo!

Por mais que me encante o murmúrio do mar, a frenética locomoção das dunas, o bailado das ondas… Por mais que me emocione o canto dos pássaros, o perfume das flores, o aroma dos frutos e a ‘ciclicidade’ das estações… Não devo ignorar que para muitas pessoas tudo isso poderá passar despercebido.

A verdade que é verdade para mim poderá ser meia verdade para o outro e até mentira para alguns…

As coisas que eu vejo e as coisas que outros vêem, terão exatamente o tamanho e a cor dos olhos de cada um.

O “nível de consciência” de cada um será sempre a ‘sua’ bússola e esta lhe indicará, sempre o rumo da verdade, da meia verdade e da mentira.

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Nível de consciência, pg. 49 de Conviver e melhorar de Francisco do Espírito Santo Neto/Lourdes Catherine, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).