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Informa-nos a Benfeitora Lourdes Catherine em ‘Amar também se aprende’, que amor é a “essência Divina; onipresença Celeste que vige em todos e em tudo; o sopro d’Ele.”

Convenhamos que os indivíduos, por serem de evoluções díspares, usufruirão mais ou menos dessa “onipresença, essência, sopro” e dessa forma utilizarão o livre arbítrio de desejarem se conectar mais ou menos.

Nossa conexão, entretanto, não deverá excluir indivíduos que pensem dessa forma: o respeito é a regra e, em última análise, tolerância será necessário.

A conexão realiza-se sempre do mais próximo, para o mais distante: com nosso cônjuge; com os filhos já fora do lar e com os demais familiares; vizinhos; condôminos; rua; bairro…

Não ignoremos que também as dificuldades nesse sentido estarão do mais próximo para o mais afastado: Amar a quem dorme conosco, ou quem vive sob mesmo teto apresenta mais obstáculos do que amar cidadãos estranhos, que encontramos ocasionalmente.

Conectar-nos ao todo supõe excluirmos alguns itens? Sim: remoer fatos dolorosos; indivíduos inconvenientes (orar, sim; pactuar com seus feitos, não); notícias desprezíveis…

Há outras conexões ainda importantes: animais, plantas, inanimados, fazem parte também desse todo; são criações de Deus e acólitos de nossa caminhada.

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Com “referência às flores e a seus aromas, poderíamos designar o ‘amor essência’ como o  perfume do Criador que exala em toda parte.” (L. Catherine). Estarmos conectados a tudo e a todos (conectodo) compreende desejarmos respirar esse suave e perfumado aroma.

(Inverno quente de 2017).

Afastados do panteísmo (onde o todo “constitui a própria Divindade”), conectar-nos com o todo supõe nosso eu vinculado a todos os seres e coisas, criações do Pai.

As criações do Pai são somente as que ‘enxergamos?’ Muito pelo contrário, a maioria nossa visão humana não alcança:

Paradoxalmente, pessoas com determinadas características mediúnicas possuem a capacidade de ‘ver os invisíveis’, tanto os bons como os maus e o assédio que nos oferecem ou impõem.

Se existem invisíveis bons e maus, por que Deus os criou assim? Deus não os criou bons nem maus; apenas simples e recém iniciados. Eles fizeram tais opções.

Sabemos a importância das boas influências. Qual o motivo de nos inteirarmos também aos maus? É como na Terra com os visíveis. Invisíveis ainda maus também precisam de nossa compreensão, preces e socorro.

Feitas suas opções, por que Deus permite que também os maus nos assediem? Do mal advém o bem; conhecendo aquele perceberemos melhor o outro. Tudo na Criação é certo; tudo é providencial!

Voltando ao “conectodo”, qual a sua importância? Por sermos mediadores entre o visível e o invisível, ou, no mínimo inspirados – todos o são! – tal inteiração, ou aproximação de uns e de outros facilita-nos a captação, filtro, redação e transmissão de suas ‘mensagens.’

Fugindo ainda mais ao panteísmo, reverenciamos o Criador e almejamos conectar-nos cada vez mais a Ele e criaturas. Assim já se pronunciaria Paulo aos Atenienses, “nele vivemos, nos movemos e existimos.” (Atos 17:28).

Experimentemos a conexão ao todo e desde sempre teremos maior facilidade nas mediações, ou em participarmos do tráfego de mensagens entre este e os Mundos sutis.

(Inverno de 2017).