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Por mais duras que possam parecer algumas de minhas jornadas, deverão elas ser percorridas por mim mesmo; ‘solito e Deus’!

Também é muito verdade que não me faltará apoio naqueles dias de arrepio em que estou acabrunhado e digo para mim e para os outros: ‘Ninguém é de ferro!’

Se há dias em que mal consigo amarrar o cadarço de meus sapatos, os haverá em que precisarei amarrar os dos outros; e a recíproca sempre será verdadeira!

Haverá, também, aqueles dias em que não conseguirei exalar o melhor hálito de minha alma. A despeito de me considerar espirituoso – ou a expressão da alegria de meu Espírito – haverá dias em que o nublado dele poderá mais prejudicar do que ajudar…

“Momentos de escuridão vivencial são verdadeiras modelagens pelas quais a Vida Providencial aprimora a todos.”

Se peixes dos abismos sobem à tona para buscar luz; a semente ao germinar buscará os raios solares; e se animais hibernam em épocas gélidas, é natural que busque, também eu, para minha modelagem, o socorro dessas luzes e calores.

E onde estará esse socorro senão dentro de mim mesmo? É lógico que não prescindirei de teu auxílio… Apelarei para ti e gritarei alto: Socorre-me! Dá-me um abraço, pois… ”Ninguém é de ferro”!

E a noite passará, o vento amainará, a calmaria de meu lado espirituoso voltará; ‘inticarei’ contigo e te mostrando o sinal de minha melhora, estarei já amarrando sapatos!

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Modelagens da vida, pg. 89 de Conviver e melhorar de Francisco do Espírito Santo Neto/Lourdes Catherine, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).