mulher orando“… Serás filho das tuas obras, terás delas o mérito e serás recompensado de acordo com o que hajas feito.” (ESE, XXV, 3).

* * *

Imaginemo-nos sedentos, com fome e necessitando de energia. Comodamente – ou acomodados? – nos dirigiríamos a Deus e lhe requisitaríamos: ‘Senhor, preciso de água, de frutos para matar minha fome e do calor que me proporcione energia.’ Deus, em sua Infinita Sapiência, nos responderia: ‘Filho, para que criei a fonte, as árvores frutíferas e o sol em toda sua magnitude?’

Doutra feita dirigindo-nos ao Poderoso lhe rogaríamos: ‘Pai necessito da justiça terrena em questão contra meu irmão; preciso ainda de sabedoria e dos grãos nutritivos da terra.’ Novamente, a Sabedoria Infinita nos diria que ‘legisladores terrenos, professores e lavradores abnegados cumprem suas tarefas a contento e sob Sua Majestosa jurisdição; faz por donde! Serve-te!…’

Ora, receberemos, encontraremos, abrir-se-nos-á… desde que realizemos o esforço de pedir, procurar e bater.

Pedir, procurar, bater, pressupõe nos tornarmos filhos de nossas obras, herdeiros de nossos feitos ou, cada qual em sua esfera, atender aos seus particulares deveres.

Tudo que venhamos a possuir, títulos, condições, oportunidades, talentos… originalmente pertencem a Deus; foram-nos por Ele outorgados para que os puséssemos a render, frutificar e abundar a favor do progresso de Sua grande coletividade. Somente dessa forma Ele poderá nos reconhecer como o Zelador bom e fiel!

(Sintonia: Cap. Auxílio do Alto e Setor pessoal, pg. 217/19, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Verão de 2015).

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