Mediunidade, faculdade “original”

Se for bem verdade que pessoas de mesma sintonia vibracional compartilham de mesmas verdades, também não é mentira que essas verdades evoluem de tempos em tempos; o que é verdade hoje poderá não sê-lo mais amanhã. O ovo que era vilão passa a ser mocinho; a carne vermelha consumida com equilíbrio poderá ser salutar… Minha […]

Essência, espontaneidade e atuação…

Vive-se hoje a época das máquinas de café e dos solúveis… Sou do tempo da ‘essência’ – chamada também de ‘tintura’. Minha mãe ou as avós colocavam na mesa a essência do café, às vezes novinha, cheirosa, na maioria das vezes nem tanto; e ainda alertavam elas, em ‘tempos bicudos’: A tintura ‘hoje está forte’! […]

Felicidade: Uma ventura muito particular…

Volto ao assunto ‘felicidade’… Se eu acreditar que “a felicidade não é deste mundo” (Item 20 do Cap. V do ESE), não estarei sabendo decodificar a codificação… Nos primórdios, quando só exteriorizado, estabeleci alguns padrões e chavões para a felicidade: ‘Ter dinheiro, ter influência, ter importância… ’ Voltando-me ao meu interior ‘comecei a começar’ o […]

‘Respeitável público’, com vocês, o palhaço, gracioso, vivaz, “espirituoso”!

Segundo Dom Aurélio, “espirituoso” é aquele que tem graça, vivacidade. Hammed me esclarece que “espirituosos se utilizam de ‘seu’ espírito (alma) para agir”. O exemplo mais límpido de “espirituoso” é o nosso querido palhaço. Sabe o palhaço profissional?! Sua alma poderá estar despedaçada, mas ele saberá filtrar, ou seja, apartar de seu âmago aquilo que não lhe é tão bom no momento […]

“Desembrulhar” o pacote…

Descobrir o próprio talento, ou vocação é tal qual à pessoa que recebe lindo presente embrulhado… Para que o agraciado “desenvolva”- ou descubra – o conteúdo do mimo, “o invólucro precisará ser desenrolado e aberto”. O talento não é algo que se adquire no supermercado, farmácia, padaria… É inato, ou seja, a pessoa o traz consigo quando por aqui chega, […]

“Eu tenho a força!”

Conta o livro do Gênesis (2, 16 e 17), de uma forma muito fantasiosa, que o Pai Eterno colocou nossos ‘primeiros pais’ num paraíso de delícias, onde havia a árvore da ciência do bem e do mal; proibiu que lhe provassem os frutos e caso isso acontecesse, ‘morreriam’. O devaneio do livro não é quanto […]

Sonhos: Divinos “conselheiros”…

Domino muito pouco a questão sonhos. No capítulo sub-mencionado, está claro que estes episódios oníricos – relativos a sonho – poderão ser de quatro ordens: “Visão atual de coisas presentes ou ausentes; uma visão retrospectiva do passado; [excepcionalmente] um pressentimento do futuro; [e] freqüentemente, painéis alegóricos que os Espíritos fazem passar sob nossos olhos para nos dar úteis advertências e salutares conselhos”. […]

Pensamento: “Escultor” do corpo

“Cogito, ergo sum”, penso, logo existo. Quando René Descartes (1596-1650), afirmou isto, evidenciou a mim e ao mundo que: Primeiro – Este ‘corpinho lindo’ que possuo, por si só não se sustenta; que a alma não é um mito. Segundo – Que meu pensamento, inevitavelmente, me transformará em obra de arte ou num monstro… Senão, vejam: […]