Crônicas diversas Crônicas doutrinárias

Acaso existe?

Por que a pessoa que estou vendo pela primeira vez está me transmitindo enorme contribuição? Por que o livro que escolhi aleatoriamente em minha pequena biblioteca me proporciona insights e considerações ímpares? Por que o assunto abordado naquela reunião já fazia parte do capítulo que há pouco lia em meu livro preferido? Por que, por que, por que? Foi por acaso? Acaso existe?

Podemos dizer, de modo figurado, que o acaso é o pseudônimo do Criador, quando não quer deixar transparecer a assinatura de sua obra.

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Toda a interação que sempre existiu entre o plano espiritual e físico, quer os compreenda pouco, mais ou menos ou muito, jamais fizeram parte de um acaso. Pode-se dizer que toda essa conexão sempre foi orquestrada pelas Divinas conveniências, Divinos propósitos, intervenção Divina, desígnios de Deus ou qualquer outra expressão que se deseje usar. O fato é que o Criador, no intuito de que o homem progrida sem cessar, sem retroceder, – ou ‘retrogradar’ – deseja que todos os indivíduos avancem. E o farão porque Deus quer assim! (Questão 778).

Aquela pessoa que encontrei pela primeira vez, o livro aleatório ou o assunto abordado na reunião – citados na abertura – faz parte de uma sincronia de interações promovidas pelas Leis Naturais, Divina ou Maior. Pode-se dizer que tudo aí, longe de ser casual é proposital, combinado, intencional ou pactuado; ou orquestrado pelo Criador quando passa a utilizar o pseudônimo acaso.

Se retrogradar não está nos planos da Divindade e sabendo da fragilidade das suas criaturas, não prescindirá Deus de lhes conceder a devida moratória através da concordata de seus acasos.

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A orquestra cósmica da qual compartilhamos é muito mais ampla do que podemos imaginar, e cada um precisa contribuir com sua quota de participação na sinfonia do mundo…

Quis Deus que ‘reencontrasse’ Maria de Fátima há 44 anos e de lá para cá ampliássemos laços de ternura, compreensão e progresso. Não é fácil: A cada leão que ‘matamos’ outro se nos apresenta. Acaso este reencontro? Não! Nem inexplicável nem incompreensível, encaro-o como pseudônimo do Criador…

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Renovação, pag. 157 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Outono lindo de 2013).

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