Crônicas doutrinárias

Condição do Cristo

“Nisto todos reconhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13: 35).

Conta-nos João, o discípulo amado do Mestre, que Este ‘já se despedia’ quando proferiu esta sentença, elegendo-a condição única para sermos seus autênticos seguidores:

  • Não disse que os agrupamentos religiosos precisariam se rotular por religião ‘A’, ‘B’ ou ‘C’;
  • Não disse que esta ou aquela casta deveria realizar tais e tais rituais; tão pouco que deveriam possuir paramentos apropriados a datas e eventos;
  • Nunca se referiu a que as religiões entesourassem fortunas incompatíveis ou impróprias de serem conduzidas à Vida Eterna;
  • Nunca disse que seus confrades precisariam de manuais teológicos, princípios dogmáticos ou fórmulas políticas; também
  • Nunca incentivou a que se matassem por causa da Boa Nova, mas que através dela Vivessem…

Nenhum dos extravagantes e equivocados esforços acima conseguiu deslustrar a claridade divina do “amai-vos uns aos outros”, base imortal de todos os ensinos de Jesus e condição necessária à perfeita identificação dos operários da Messe.

Como identificar como cristã a seita, filosofia, religião, pensamento? Não há outra condição do Cristo que não seja o “amai-vos” entre si próprios, em suas circunvizinhanças e além fronteira de suas crenças!

(Sintonia: Questão 294 de O Consoladorde Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, editora FEB) – (Verão de 2015).

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