Crônicas doutrinárias

Deus em nós

Emmanuel, questionado por Chico se o Espírito, antes de encarnar, escolhe também [suas] crenças ou cultos, não responderia sim ou não, mas orienta-nos que todos os Espíritos, reencarnando no planeta, trazem consigo a idéia de Deus.

* * *

Como nosso Espírito é o somatório de nossos investimentos, também o nosso Deus hoje é o produto do acumulado de experiências religiosas anteriores e atuais…

Se nesta revivência ou em vivências anteriores, estivemos reféns de práticas exteriores; se fomos cabresteados por crenças que nos ameaçaram com um deus vingativo, opressor ou juiz carrasco, certamente que incorporamos em nosso eu tal conceito de divindade.

Mas se ‘ontem’ ou hoje, dando um basta na opção anterior, passamos a considerar um Deus Soberanamente Justo e Bom e num esforço sincero de evoluir, optamos pela reflexão e pela pesquisa incessante, especialmente das causas e seus efeitos, Deus em nós hoje já tem nova concepção.

A Doutrina da Terceira Revelação, que se fez na hora exata, precisou que em determinada época, Espíritos de Relevância lhe fossem potenciais precursores:

Sem citar todos, até por falta de espaço, reportamo-nos a Martinho Lutero (1483 -1546), que ao realizar a Reforma Protestante passa a exumar a “letra” dos Evangelhos, enterrada até então por intolerâncias generalizadas.

* * *

A escolha de nossos credos será sempre diretamente proporcional ao nosso estado evolutivo: O que desejamos, um Deus que informa e transforma, ou as ilusões [e a ineficácia] do culto externo?

(Sintonia: Questões 295/6 de O Consolador, de Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, editora FEB) – (Verão de 2015).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.