Mediunidade, faculdade “original”



Publicado em 30 de abril de 2012

Se for bem verdade que pessoas de mesma sintonia vibracional compartilham de mesmas verdades, também não é mentira que essas verdades evoluem de tempos em tempos; o que é verdade hoje poderá não sê-lo mais amanhã. O ovo que era vilão passa a ser mocinho; a carne vermelha consumida com equilíbrio poderá ser salutar…

Minha mediunidade nasceu comigo, a de Chico com Chico, a de Hitler com Hitler, a de Kardec com Kardec, a de João Bosco com João Bosco… O que difere em cada um é o ‘momento’ de sua afloração e o ‘emprego’ que cada um dará a ela.

Sendo muito particular também ela será original e cada um irá desenvolvê-la à sua maneira. Se existirem regras para isso, vislumbro, tão somente, desejar ardentemente o bem, ser natural e considerar-se médium 24 horas por dia.

Partindo do pressuposto que “o ser humano torna-se original apenas quando percebe o toque da inspiração divina em si mesmo”, minha mediunidade será fruto daquele toque ‘particular’, dado ‘originalmente’ a mim. A partir daí eu terei a minha maneira muito própria de receber mensagens, ‘peneirá-las’, decodificá-las e ‘publicá-las’.

Ao toque particular, original e, principalmente natural, estarei apto a utilizar “pupilas invisíveis”, “ver sem valer-me dos olhos” e “saber antes de tomar conhecimento dos fatos”.

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Harpa silenciosa, pg. 41 de Conviver e melhorar de Francisco do Espírito Santo Neto/Lourdes Catherine, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).


Categoria: Crônicas doutrinárias

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