Crônicas diversas Crônicas doutrinárias

‘Respeitável público’, com vocês, o palhaço, gracioso, vivaz, “espirituoso”!

Segundo Dom Aurélio, “espirituoso” é aquele que tem graça, vivacidade. Hammed me esclarece que “espirituosos se utilizam de ‘seu’ espírito (alma) para agir”.

O exemplo mais límpido de “espirituoso” é o nosso querido palhaço. Sabe o palhaço profissional?! Sua alma poderá estar despedaçada, mas ele saberá filtrar, ou seja, apartar de seu âmago aquilo que não lhe é tão bom no momento e somente me entreter com aquilo que possui de nobre.

Por ainda viver em degrau evolutivo de uma faixa própria a este Planeta, não estou – ainda – em contato somente com Entidades Ótimas… Volta e meia me deixo ‘infiltrar’ por pensamentos de medianos a ruins. Minha alma, desta forma, recebe boas e ruins informações.

Filtrar esses pensamentos significa, segundo Hammed, eu receber todas essas ‘informações’, saber processá-las, retirando-lhes o bom segundo a ‘minha’  consciência e bem agir com elas perante mim e ‘meu público’. Segundo Aurélio Buarque, de posse desses bons sentimentos eu agirei, perante aqueles que convivo, com ‘graça’ e ‘vivacidade’.

Se eu não souber processar essas ‘mensagens’ recebidas, poderei estar espalhando à minha platéia, “ecos [de um] mundo” um tanto obscuro, que não serão, em hipótese nenhuma, o ‘meu’ lado “espirituoso”. Serão elas, além de não muito boas, impressões de ‘outras’ entidades.

‘Respeitável público’, com vocês, portanto, o palhaço, ‘gracioso’, ‘vivaz’, “espirituoso”!

(Para minha amada ‘velhinha’, que, como eu, adora palhaços!)

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Ecos do mundo, pg. 99 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).

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