Crônicas doutrinárias

Sonhos: Divinos “conselheiros”…

Domino muito pouco a questão sonhos. No capítulo sub-mencionado, está claro que estes episódios oníricos – relativos a sonho – poderão ser de quatro ordens:

“Visão atual de coisas presentes ou ausentes; uma visão retrospectiva do passado; [excepcionalmente] um pressentimento do futuro; [e] freqüentemente, painéis alegóricos que os Espíritos fazem passar sob nossos olhos para nos dar úteis advertências e salutares conselhos”.

Negrito o último, pois se adéqua ao assunto: Sendo Deus Soberanamente Justo e Bom, entre os outros cinco atributos principais, Se utiliza, também, de meus sonhos para ‘contribuir’ com minha progressão. Sabendo o Pai Eterno que meu roteiro inicia com o erro, mas jamais terminará ao meu acerto, ou seja, sou destinado à perfeição, sonhos às vezes por mim julgados fantasiosos, poderão – e aí cabe a minha interpretação – estar me puxando as orelhas.

Acometido por um desses, e impossibilitado de interpretá-lo corretamente, minha posição deverá ser de humildade, de desconfiança em mim e de confiança na Vida Plena.

Se, por exemplo, ainda teimo em viver em meu ‘estado orgulhoso’ – ninguém o será para sempre… -, a Espiritualidade poderá me enviar recados amorosos através de uma imagem ‘aparentemente’ incompreensível. Haverá nele sempre entrelinhas, mas deverei fazer um esforço para tirar dele o maior aproveitamento possível para controlar ‘esse’ tipo de vício, pois, afinal…

…Poderá ser esse sonho, o meu Divino “conselheiro”!

(Sintonia e citações em itálico são do capítulo O simbolismo dos sonhos, pg. 73 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; já frio!)

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